Terça-feira, 1 de Junho de 2010

As crianças que nós fomos

Três, quatro anos.

Em casa da minha avó, aprendia a rezar. O meu pai tinha uma mota. Já tinha tido um acidente.

 

 

Avó - (...) Santa Maria, Mãe de Deus; Rogai por nós pecadores; Agora e na hora da nossa morte (...)

Eu - Agora e na hora da nossa mota!

Avó - Não, filha! Da nossa morte...

Eu - Nããõ!!! DA NOSSA MOTA!!! NOS-SA MO-TA!!!

 

 


 

 

Três, quatro anos.

Em casa da sua avó, aprendia a rezar. A avó era minha mãe. E a criança era minha filha.

 

 

Avó: (...) Santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino; seja feita a vossa vontade (...)

Filha: Seja feita a nossa vontade!

Avó: Não, filha. É à do Senhor... À vontade do Senhor!

Filha: À NOSSA VONTADE!!! SEJA FEITA À NOS-SA VON-TA-DE!!! À NOS-SA!!!

 

Quem sai aos seus...

Aos seus sai!

 

Feliz dia da criança.

 

À nossa vontade. Com mota... Ou sem ela. 

O Senhor fica feliz. Com certeza.

 

 

(Foto net)

publicado por tresgues às 08:16
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