Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

As escolhas de tresgues

1 - Ainda o dito cujo: "O que o Tratado muda para Portugal" -DN - e, já agora, para as pessoas em geral. Assim, leia se quiser e distraia a pessoa que há em si. Se não tiver nada de mais interessante que lhe apeteça fazer com a sua pessoa, sempre fica mais elucidado. Só por curiosidade: a minha pessoa ainda não leu.

 

2 - "Como árbitro não erro mas às vezes equivoco-me" - do livro de João Pombeiro, "Trinta anos de mau futebol", no i. Não sei qual é a dúvida. Eu, como pessoa (anormal ou não) também sou assim.

 

3 - Poder paternal e outros aspectos do divórcio poderão vir a ser alterados - JN. Tenho pena e não entendo as razões que levam mulheres e/ou homens a pensar mais neles do que nos próprios filhos, aquando do divórcio. Por outro lado, também não entendo aquelas mulheres e/ou homens que dizem que pensam mais nos filhos do que neles e, por consequência, nada de divórcio. As pessoas "adultas" são complicadas! E dizem que já cresceram muito e que a vida muito lhes ensinou. Perguntem aos "menos crescidos", àqueles a quem a vida ainda pouco (?) lhes ensinou, o que eles acham de tudo isto... Vai uma aposta que se surpreenderiam?

 

4 - "Cardeal: gays e transexuais não entram no céu" - DN. Tenho cá para mim, que todos eles, e todos os outros (?) também, o que querem é ver esse dia - de que fala o Cardeal -  bem longe dos seus horizontes. E depois, como diz uma pessoa que eu cá sei: "Gostaria que as pessoas más fossem para o céu e as boas ficassem exactamente onde estão". E eu sei que ela se referia a todas. Ou não fosse minha filha.

 

5 - Destak-se que foi o gato que abriu a torneira e... inundou a casa das pessoas que lhe dizem ser seus donos. Se alguém me dissesse o mesmo e me deixasse em casa todos os dias sozinha, também eu, como pessoa, era bem capaz de me tornar felina. Por um dia... ou mais.

 

6 - Diz um estudo realizado em três universidades (três) que solidão pode ser tão contagiosa como a gripe - BBC. Mesmo não me apetecendo entender o que seja "dividir a solidão" e chegar à "fronteira da rede social" (hi5,facebook... ou?) quando se fica solitário, pelo sim pelo não, farto-me de andar na rua, em casa, só ou acompanhada, de dia ou de noite fria, sem medo da gripe... nem da solidão. Só vejo pessoas acompanhadas a espirrar muito e a falar p'ró ar (e nem para dizer "santinho" é). Nem isso. Eu lá vou espirrando pouco e... falando muito com toda a gente.

 

7 - E para evitar mais tratados, para não se equivocar mais, para não enfrentar processos morosos de divórcio, para não lhe chamarem gay ou transexual, para ninguém lhe dizer que é o seu dono e o deixar pendurado sozinho em casa (ou na rua), sujeito a contaminar outros com tão grande solidão, este senhor (ver vídeo) fez o que de melhor achou para evitar tudo isso: casou pela segunda vez sem dizer nada à sua esposa. Acontece que os familiares desta, parece que não entenderam as suas boas intenções. Há pessoas (familiares) que só gostam de arranjar confusão. Palavra de honra!

 

Bom fim-de-semana.

 

PS: Fiz um esforço - que nem vos conto - para estas "escolhas". Não dei, de novo, pela sexta a chegar! E já há duas semanas sem elas. Eu sei. Há qualquer coisa na minha pessoa que não anda a bater bem. Palavra... de pouca honra! 

publicado por tresgues às 08:15
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comentários:
De João Silva a 5 de Dezembro de 2009 às 15:50
É um esforço que sai recompensado pela qualidade dos tópicos apresentados. Excelentes apontamentos.

tresgues, achei particularmente curioso a história do gato.
O último gato que tive, de seu nome "Leãozinho" (só mesmo pela sua parecença pelo dito animal) também tinha o hábito de beber a água pela torneira!
Só não abria a torneira sozinho porque não era de manipulo, mas que bem tentava, ai isso tentava!

Mais umas mini-férias, espero não começar a ficar mal habituado.

Bom fim-de-semana!
De tresgues a 5 de Dezembro de 2009 às 22:52
João,
assim sendo, valeu a pena.
Agora mais a sério: eu adoro escrever e pensar "as escolhas". Dá-me prazer fazê-lo e, de certo modo, divirto-me bastante. Pior, pior, é quando chego à quinta e não me lembro da sexta. :(

Quanto aos gatos, sempre tive e ainda hei-de voltar a ter. Gosto deles até por tudo isto que se passou. São independentes, tratam sozinhos da sua vidinha - desde que seja necessário - são inteligentes, bons observadores, rezingões, personalidade própria, vincada, mas muito doces, muito fofos, muito amorosos. Tudo qb.
E acho que eles também se dão bem comigo. :)

A gente também serve para ter umas mini-férias de vez em quando e ficar, de quando em vez, mal "acostumbrado". E VIVA O MOMENTO. (Onde é que eu já ouvi isto?)

Abraço.

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