Quinta-feira, 20 de Agosto de 2015

Cenas quotidianas

Num espaço comercial a abarrotar de gente. E turistas cheios de malas de viagem.

Um dia lindo lá fora.

Duas crianças e respectivas companhias. Mães ou avós, ou assim.

Crianças amuadas. Uma, a mais pequena, já chora. 

A outra, uns oito anos, amuada:

- Vamos pa casa! Tou farta disto!

- Mas não te calas?

- Tou farta! Tou CANSADA!

A respectiva companhia, responde, puxando-lhe com força pelo braço:

- Pois! Passa as férias em casa, sentada no sofá, a ver televisão, no computador, sem fazer nada, por isso qualquer coisa te cansa! Brrr!!!

 

A outra companhia do menino mais pequeno, para o menino mais pequeno que chorava:

- Que coisa! Não se sabe comportar em lado nenhum...CALAAADO!

- Ãnhhhhhhhhh...ÃNHHHHHHHH (...) ÃNHHHHHH(...)   Ãnhhhhhhh .... Quel'ir pa CASA!!! ÃNHHHH!!!...

 

PS: A ver se publico e não acontece como no outro dia. Publiquei, desapareceu e não ficou rascunho nenhum. Ou melhor, ficou. A primeira letra do post... Ãnhhhh . E se ele era grandinho. Eram "as escolhas de tresgues" da passada sexta. Que adoro fazer, mas que dão um certo trabalhinho. Ânhhh  ...

publicado por tresgues às 11:16
link do post | comentar
Terça-feira, 2 de Junho de 2015

Dia 2 também é dia!

Da criança.

 

"Brincar dá alma! E dá sabedoria."

 

Brincar tem riscos. O maior de todos os riscos é o das crianças crescerem à margem da infância. Comandados por pais e professores que ainda não perceberam que não é quem cresce mais depressa que cresce melhor. E, pior, ainda, a "mãe de todos os riscos" o risco de viver com adultos que estão longe de perceber que brincar é o património imaterial, mais delicioso e mais comovente, da Humanidade.

 

Por tudo isto, eu acho que, à porta de um recreio, devia estar um letreiro enorme dizendo: "reservado o direito de admissão", de forma a proteger os recreio s dos adultos abelhudos. Daqueles que acham que as crianças não sabem nem brincar! Quando, na verdade, sempre que as crianças parecem não saber brincar são os pais que lhes não contam histórias. Que as entregam a tabletes, a telemóveis e à televisão, como se cada um deles fosse um babysitter. Quando são eles que, ao jantar, não falam mas partilham uma telenovela. Quando são eles que não as deixam correr e sujar-se. Quando são eles que acham que tudo o que é vivo parece ser ameaçador, ou, até mesmo, perigoso. Ora, eu acho que se aprende tanto (ou mais) no recreio que na maioria das aulas. Recreio é escola de vida. É o sítio onde as crianças se educam umas às outras. é bom que haja um vigilante, sim, para as proteger dos excessos, por exemplo. Mas devia ser proibida esta tutela absurda que muitas escolas fazem do recreio. Aliás, eu acho que a escola ganharia se transportássemos o recreio para a sala de aula, porque, assim, ela seria mais plural, mais participada, mais democrática e mais inclusiva. Toda a gente nasce a saber brincar.  Mas si, há pessoas que se esqueceram da infância que tiveram  e há pessoas que nunca foram crianças. Umas e outras não sabem brincar. E, às vezes, estas pessoas a quem roubaram a infância parecem tornar-se tão invejosas (ou sentir-se tão ameaçadas com a infância da qual se desencontraram), que acabam afirmando que as crianças são cruéis umas para as outras , que têm brincadeiras estúpidas, que não sabem brincar,  que fazem muito barulho ou que têm brincadeiras muito agressivas.Eu acho que é tudo mais simples. Afinal, essas pessoas vivem sequestradas na pior saudade de todas: na saudade do brincar que nunca tiveram.

 

Brincar dá alma! E dá sabedoria. E abre, todos os dias, uma avenida onde o horizonte fica sempre mais além.

(Excertos/artigo, Eduardo Sá, Leya, Educação) 

 

PS: Aplaudo de pé, Dr. Eduardo!

Como costumo dizer muitas vezes: o problema é que todos nos querem tornar adultos. E, às vezes, muitas vezes, conseguem. É uma pena! Brincar dá alma! E sabedoria. Sim. Até aos adultos, acho eu. Vejam bem!

publicado por tresgues às 15:41
link do post | comentar
Segunda-feira, 1 de Junho de 2015

Dia da criança

E este foi o meu contributo, aqui, no "Coisas que só o meu filho faz".

 

Entre os dois, quatro anos, a minha filha, "a pessoa", agora com trinta e quatro:

1 - Ver cada homem com barba, na rua, e gritar:- Mãe, olha o pai! Olha o pai!!! (A pessoa era ainda muito bebé. Depois passou. Ou via mal ou queria fazer a comparação.)

 

2 - Olhar para o homem do lado, no autocarro, agarrar-lhe na cara e perguntar-me:- Mãe, não é lindo?- Deixa o senhor... E voltar a perguntar. Toda embevecida. (A pessoa até tem bom gosto.)

 

3 - Porque não lhe dávamos chocolates ou pastilhas, quando queria, agarrar-se às pernas de um bêbado, no café, abaná-las bem, e cá vai disto:- Dá-me uma pastilha, dá-me uma pastilha!... Ou um chocolate! Vá, dá lá! (A pessoa tem que se desenrascar na vida.)

 

4 - No meio da rua, do nada, de mão dada comigo, ia eu com um grupo de amigas minhas:- Mãe, e se a senhora vai a andar e o ovinho da senhora cai no meio do chão? (A pessoa tinha sabido há pouco tempo, por mim, a história da ovulação, que até pode dar em bebés, contada às crianças.)

 

PS:  (Este já não coube): 5 - Bater-me na perna discretamente, ou no braço, conforme fosse a pé ou ao colo e dizer-me baixinho: "Não rias com tanta força!", ou "Fala mais baixo!"

(O "fala mais baixo", ainda hoje se mantém. Não sei porquê! Há coisas que ficam. Nunca mudam.;)

 

publicado por tresgues às 08:33
link do post | comentar | ver comentários (4)
Segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Só professor?

Aos que começam hoje.

Aos que ainda não começam hoje.

 

O que é um professor?

Um professor é um educador.

Só? 

Antes de mais - e cada vez mais - ele é um psicólogo, um sociólogo, um assistente social, um relações públicas - não de vinte e tal crianças, que essas são o melhor que acontece para qualquer professor que ame a sua profissão - mas de, quantas vezes, vinte e tal pais, vinte e tal mães, vinte e tal padrastos/madrastas, vinte e tal namorados de mães/pais, fora as avós, os avôs, etc., e tudo o que isso acarreta para uma criança. 

E depois, não há maneira de transmitir conhecimentos sem que aquelas cabecinhas tão sensatas e tão sinceras fiquem em paz consigo mesmas, para que possam estar disponíveis para um tão grande prazer na vida, como é o de aprender. De adquirir conhecimentos. E como elas gostariam que isso acontecesse.

Os professores são, ainda, escriturários, gestores, animadores socioculturais (e não só), etc.. Para não me alongar, fico por aqui. E tudo isto, para dizer que este trabalho é como outro qualquer (acrescento, só, que acho que há piores profissões, até porque para mim não há melhor do que lidar com crianças) mas gostaria de vos ver com uma turma inteira diante de vós. Só uma semana. Até podia ser daquelas turmas com meninos "mais bem comportados". Seja lá o que isso for. Agora. Com o dever de ensinarem e educarem.  Até vos retirava as reuniões, as escriturações, as gestões, os papelões, etc..

A sério. Gostava.

Hoje, mais do que professor, e antes de tudo, para mal dos mesmos e grande mal das crianças, os professores têm de ser os tais de que vos falei ali em cima. E, depois, lá diz o ditado: Para educar uma criança é preciso a aldeia inteira. E a aldeia (inteira) não tem estado disponível.

E os professores começam a ficar sem tempo para fazer o que os outros acham -  - que eles fazem.

E é desgastante, ao fim de um ano, dois, vinte, trinta, um professor considerar que não cumpriu devidamente a função que se propôs abraçar. (Se lhe deram essa feliz oportunidade de a poder abraçar, claro.)

 

Se estão a ler isto, algum professor tiveram.

Bom ou mau, mais ou menos capaz, cumpriu.

Respeitem-no. Mesmo que não seja a pessoa que mais amem no mundo.

 

 

 

Bom ano para todos os professores com trabalho.

Muita força para todos os professores que ainda não começam hoje.

 

PS: Este post também era dos que já estava ali guardado há algum tempo. Hoje foi o dia. Com as devidas actualizações, claro. 

Boa semana. 

publicado por tresgues às 10:43
link do post | comentar
Quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Cenas quotidianas

IKEA - altura pouco convidativa, apesar dos saldos, pois está cheia de pais e filhos - e filhos e pais - nas compras para o início do novo ano, tais como secretárias, estantes, etc.. Voltarei lá quando começarem as aulas. Adiante. Uma dessas crianças para a mãe:

 

Criança - (num tom bem expressivo de "chateada com a vida") - Gosto tanto destas casas tipo caseiras! Mas a minha é tipo beta!!!

Mãe - ... (só fez uma careta, num tom bem expressivo de "c'horror!").)

 

Adoro crianças, já disse, não disse?

Esta, só por acaso devia ir para decoradora de interiores. Deve ter bom gosto. Claro. Eu também gosto de casas "tipo caseiras".  As tais "com alma" e muita história para contar.

Até lá fora, no "exterior tapado" a minha (acho que) confere.

 

 

 

 

 

E estas, podem muito bem fazer parte das três fotos do meu verão que está a ser... "tipo caseiro".

  

publicado por tresgues às 08:57
link do post | comentar | ver comentários (2)
Domingo, 1 de Junho de 2014

Colo, castigo, tudo ou nada?

Sobre a recente polémica gerada sobre a educação de um filho, hoje - dia da criança - lembrei-me do desgosto que a minha criança tinha quando ía para o infantário. Metia dó, vê-la partir, todos os dias de manhã. Não gritava. Só chorava. Muito. De mansinho. E era isto todos os dias. E deixava-me de rastos.

 

(A foto está tremida. Quando puder vou subtituí-la, sim?)

 

Quando toda a comunidade educativa apontava os benefícios da ida para um infantário, quando todos os filhos de amigas e colegas ADORAVAM o infantário, a minha era o que se vê, na foto, todos os dias de manhã, enquanto esperava que eu tirasse o carro da garagem ou que chegasse a carrinha que a levava para o suposto "inferno", salvo seja! Esteve um ano neste suplício.

De noite acordava num pranto e num soluço: - Os meninos batem, o menino é mau... o menino faz batota...

Para quem sempre dormiu tão bem... algo não estava bem. Antes pelo contrário.

Seria que a minha criança era anti-social? Que horror!!!

(Os outros, se calhar, é que eram - o menino bate, o menino faz batota... mas isso agora não interessa nada.)

 

Senhora do infantário: Não a tire, isso é que era bom. Começa a educá-la bem, começa!

Mas eu não gostava da maneira como a "metiam" na carrinha, nem da maneira como lhe arrancavam das mãos o boneco que teimava em levar sempre de casa - talvez na esperança que aquela recordação lhe fizesse correr melhor o dia.

Médicos, exames médicos, tudo em ordem.

- Doutor, e se eu experimentar tirá-la por uns tempos, para ver o que acontece?

Abençoado doutor:

- Acho bem. Se tem possibilidades, faça-o. Veremos como reage.

Nem queiram saber.

Em oito dias, OITO DIAS depois de um ano de sofrimento (ouviram?) começou a dormir toda a noite seguida, a comer espectacularmente bem e deixou as fraldas por completo, líquidos e sólidos, se é que me entendem. OITO DIAS. Nunca mais pôs os pés num infantário. Soube, depois, que aquele estabelecimento tinha umas regras, a modos que, muito duvidosas. Quem sabe? Boas para uns meninos, horríveis para outros ou outras, como a minha criança. Mais tarde adorou a escola. A única vez que desapareceu de casa, foi para ir para a escola.

 

Hoje, por vezes, falamos sobre esta fase da sua vida.

Diz-me que, no secundário, achava que devia ter algum problema, porque todos os seus colegas falavam de "como gostaram do infantário".

Na faculdade, recompôs-se satisfatóriamente ao constatar que a maioria dos seus colegas DETESTARAM o infantário.

 

E acabamos, normalmente a conversa, nestas últimas duas frases:

Eu - Bem, mas tirei-te de lá!

Ela - Demoraste demasiado tempo. Um ano naquilo foi obra!

 

Mãe sofre. {#emotions_dlg.cry}

 

E esta história resume a conclusão a que cheguei há muito.

Nada na vida é uma ciência exacta. Nem na educação. Umas vezes resulta, outras não. Há que adaptar, experimentar. Todos nós somos diferentes. Crianças e adultos. Uns gostam dos Rolling Stones, outros acham uma parvoeira pegada. Uns dão-se bem na praia, outros melhor no campo. Respeitemos os gostos. As diferenças. E, muitas vezes, estas preferências manifestam-se desde criança. 

Neste caso, costumo dizer que, nós pessoas - adultos e crianças - somos como as plantas ali do meu cantinho - se as obrigo a ficar num sítio que me parece, a mim, mais bonito para ficarem e elas não gostarem de lá ficar, estão anos para se adaptar. E nada. Nem folhas vistosas, nem flores bonitas. E depois, já dei com algumas, cujas sementes foram levadas pelo vento para o meio de umas pedras - sem rega, nem cuidados - e lá estão elas lindas, a crescer saudáveis. Dá que pensar!

 

Feliz dia da criança - que há em todos nós.

Ou devia haver. 

 

PS: Já agora, se não estão bem, mudem-se! É um bonito favor que vos fazem. A vós próprios. A vida é curta, sabiam, adultos? As crianças sei que sabem!

 

publicado por tresgues às 10:28
link do post | comentar
Terça-feira, 20 de Maio de 2014

Cenas quotidianas

Num consultório, para um miúdo de três anos, desesperado - tal como eu - pelo tempo de espera, tentando distrair-me. Mais a mim do que a ele, mas também a ele, sejamos sinceros.

 

eu - Olha, como achas que eu me chamo? Eu acho que tu te chamas "tal".

ele - Não. Sou o "tal". (A mãe confirma.)

eu - E eu, como me chamo?

ele - Hum...

eu - Maria, Joana, Ana...

ele - Hum...

eu - Tenho cara de quê?

ele - Sumo de laranja.

eu - Sumo de laranja? Ah, isso não é nome de gente. Isso bebe-se. Vá lá, achas que tenho cara de quê?

ele - Borracha!

 

Bem feita, porque elaborei mal a pergunta. "Cara de quê"? Só podia ter destas respostas. Gosto da sinceridade das crianças. Sempre gostei. Não gosto das respostas politicamente correctas dos adultos só para agradarem ou ficarem bem na fotografia.  Mas "sumo de laranja"... Será que eu estava com uma cara assim alaranjada ou com uma cara mais pró vitaminada? E borracha? Ainda lhe perguntei se era das de apagar. Não respondeu. Deve ter pensado que, para perguntas parvas, respostas à altura!

Mas borracha... Será a mulher de um borracho? Mas "borracheira" será...?

 

 

Até à próxima. Cena. Quotidiana. 

publicado por tresgues às 10:01
link do post | comentar | ver comentários (4)
Quinta-feira, 22 de Agosto de 2013

Cenas do quotidiano

Ou cenas quotidianas.

 

À conversa com uma avó e com o neto de sua avó.

Mais à conversa com o neto, porque como muito bem sabem, as crianças têm sempre coisas mais interessantes para contar. E são mais sinceras. E mais realistas. E mais divertidas. E mais bem humoradas. Sim, está bem, nunca escolheria outra profissão.

Adoro estas conversas:

 

EU - Mas sabes, eu também tenho uma filha. E ela já foi da tua idade. Espera que te mostro uma foto que tenho aqui. (...) Olha ela aqui comigo, quando ela tinha mais ou menos a tua idade e eu era mais nova, claro. Conheces-me a mim, não conheces?

 

ELE - (Rápido, meio pensativo, com uma cara extremamente expressiva e a condizer com a reacção verbal): Tás estranha!

 

Gostei. Tava estranha. Só isso. Mais nada.

Pior é quando os adultos nos dizem, como já me aconteceu, por acaso com uma outra avó, ao ver uma foto minha, onde também estava essa avó, tirada aqui há uns vinte anos : Ai, como a gente era filha, e como a gente se faz.

Espero que só estivesse a falar de si própria.

Mas, cá para mim, e cá para nós, acho que se referia às duas.

Não gostei. Tá mal

Soa muito melhor: Tás estranha!

Como é evidente. Sempre a aprender.

Daqui para a frente, 1) quando vir uma foto de alguém quando era mais novo, ou 2) que me pareça estar assim mais envelhecido, já sei como reagir (adoptando a devida expressão facial):

- Tás estranho! {#emotions_dlg.rude}

 

publicado por tresgues às 19:45
link do post | comentar
Sexta-feira, 28 de Junho de 2013

Ainda há "ratos" obedientes

Há, sim. Para comerem o que é dos outros.

 

Xô-rato, lá p'ra fora!

E o rato lá foi.

Xô-rato, anda cá!

E o rato lá foi.

 

Adorei. Foi a primeira história que ouvi. Vou ouvir as outras, depois. Adorei e adorava ter um rato, um gato ou... assim. Mas...

 

Xô- vai lá!

E ele lá vai.

Xô - anda cá!

E ele lá vem.

Xô - vai lavar a loiça.

E ele lá lava.

 

E a outra a rir:

Anda cá, seu malandro!

E o rato lá vai.

E por aí fora.

E assim.

 

Moral da história: rato - ou gato, ou seja o que for - assim, será que não é mesmo "rato"!?

É um pau mandado a querer fazer-se de bonzinho para... ou porque, neste caso, não quer comer o queijo. E quando a Rosa lhe sorri e o chama, depois de ele comer o que não devia? Pois, também há assim coisas. Na realidade. E os malandros lá vão todos. São bem mandados.

"Preso por ser rato - gato ou seja o que for, assim bem mandado - preso por não ser - pensais.

E pensais muito bem.

 

Não deixeis, então, de ouvir Xô-Rato, a história do rato que não gostava de queijo. Uma das histórias vencedoras - 1º Áudio Pré-escolar dos Arrifinhos, da EB1 de Arrifes, 3ª edição do concurso "Conta-nos uma História", promovido pelo MEC. Ah, já me esquecia. E ficam a aprender a contar até cinco!

Parabéns a todos os concorrentes. Quanto a mim, são todos vencedores. Só por concorrerem.

 

Bom fim-de-semana. Descansem. E não pensem nisso. Os "ratos" vão andar sempre por aí. Nada a fazer. Não gostam de quejo e vão ao comer dos outros. E há sempre alguém que lhes dá qualquer coisinha. Não desfazendo. E nada a fazer.

publicado por tresgues às 17:55
link do post | comentar
Terça-feira, 12 de Março de 2013

Com queda e vontade

Quando se nasce com queda e com vontade, nada a fazer.

E, já hoje, saí do carro e dancei-o no meio da rua, com um miúdo de três anos, ao som do telemóvel do irmão mais velho.

É o que dá. Quando se nasce com queda e vontade.

O carro? Ficou bem, porque a rua era daquelas sem saída, quase sem movimento.

Os avós do menino? Riram-se muito e disseram que gostaram muito de ver o menino.

 

Fiquem com a versão miniatura do Psy no Gangnam Style.

Penso que a minha não foi gravada. Penso que... esta também está com muito style.

O rapaz nasceu com queda e vontade.

"Quem dança é muito mais feliz."

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

PS: E então, ainda não habemos Papa?

Este, já reparei, é como eu. Faz, sem querer, caretas para as fotos. Há gente feia que fica sempre tão bem nas fotos. Já outros, como eu e alguns Papas, é o contrário. Por acaso gostava de ter um Papa brasileiro. Será que ele nasceu com queda? E vontade? Também pode ser o ganês. Se tiver q.v. (queda e vontade) q.b..

publicado por tresgues às 16:04
link do post | comentar | ver comentários (2)

.mais sobre mim


. ver perfil

. seguir perfil

. 34 seguidores

.pesquisar

.Dezembro 2015

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
29
31

.Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

.posts recentes

. Cenas quotidianas

. Dia 2 também é dia!

. Dia da criança

. Só professor?

. Cenas quotidianas

. Colo, castigo, tudo ou na...

. Cenas quotidianas

. Cenas do quotidiano

. Ainda há "ratos" obedient...

. Com queda e vontade

. Olá meninos, é o Zé Manel

. Porque hoje é Dia da Cria...

. Dia mundial das telecomun...

. Música sem idade

. O que é portar bem?

.links

.subscrever feeds