Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015

O meu pica do sete

O meu "pica do sete": 

IMG_0421.JPG

Cantar com a tal música:

 

De manhã cedinho

Eu salto do ninho e vou pra  paragem

De bandolete chapéu à espera "do sete"

mas não pela viagem

 

Eu bem que não queria

mas um certo dia  vi-o passar  a descansar

 

FullSizeRender.jpg

 

E o meu peito  céptico

por um pica gato de eléctrico camioneta voltou a sonhar.

 

Ninguém acredita no estado em que fica ficou o meu coração

Quando o sete gato me apanha ;)

Até acho que a senha me salta da mão

 

IMG_0430.JPG

 

Para logo depois... nos termos de largar  ;(

 

IMG_0432.JPG

 

Pois na carreira

desta vida vão

Mais nada me deu a pica que o pica gato "do sete" me deu.

 

PS1: Acho que os sentimentos foram recíprocos. O que é  foi bom! ;)

PS2: Tenho bom gosto, não tenho?

 

publicado por tresgues às 10:09
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Terça-feira, 26 de Maio de 2015

Mais do mesmo

Cenas  quotidianas. E eu.

E as trocas de palavras. Só isso. E de sílabas. Mais nada. Por enquanto.

Mas não há nenhum médico que me aconselhe qualquer remédio?

Pois. Se calhar já não tem remédio. Também não o tomava. Detesto remédios.

 

Esta pessoa, que até já aqui comentou que uma vez "o cartão comeu a máquina" (do multibanco), disse assim, um dia destes, para dois amigos (Lulu+Lili, os tais que nunca viveram juntos) ao avistar uma saudosa Citroen Diane:

-Ai que saudades! Uma Diane 4L!

 

Ele ria-se. Eu pensava que ele também tinha saudades. Mais nada.

E só dei pela coisa quando ele me explicou  a coisa. Começo a preocupar-me.

 

PS: Eu tive umas duas Dianes velhas, com alguns cavalos e outra Nazaré, linda, e uma ou duas  4L (Renault) bem velhinhas. Já nem me lembro. E pronto. Deve ser por isso.

Que coisa mais linda! Uma Diane 4L!

 

publicado por tresgues às 08:29
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Quinta-feira, 7 de Maio de 2015

Quem não troca palavras que atire a primeira... (II)

(... não completo o título porque posso sair magoada.)

Ora, pois.`

E, às vezes, esqueço-me que pode haver outras pessoas que até "trocam" os nomes de propósito, como foi o caso de: Esta "pulga" é uma arma de destruição Messiva".

Não é que passei uma meia hora, a pensar nisto, para com os meus botões: "Como é possível que este erro esteja num título jornalístico e ninguém tenha dado por nada?"

 

Quer dizer... Eu que troco nomes sem fim... Enfim. Sem comentários.

Muito bem. O dia estava muito bom na praia. E o meu tornozelo agradeceu a caminhada na areia molhada. E o mesmo, o dito cujo, foi ontem ilibado pelo cirurgião que recomendou ainda muitas caminhadas costeiras. Para nosso bem. Um dia, com vagar, conto tudo. Ontem fiquei a saber que em vez de "bi", a fractura foi "tri"... maleolar. É bom. É bom só saber no fim.

Resto de bom dia.

publicado por tresgues às 15:55
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2015

Três, foram os golos.

A Juventus venceu. O Real perdeu.

(Rimou.)

 

Ao intervalo:

eu - Liguei agora... Já está no intervalo.

pai - Qual intervalo? Onde? Qual? Não estou a ver!!!

eu - Calma. Na TVi...

pai - Mas eu estou na "TV1", não estou a ver... Quem? Onde? Hoje? O quê?

eu - É o Real Madrid com a Juventus...

pai - Ahhhhh... Pois... Pffff!

 

E pronto.

O que era já não é. Salvo excepções encarnadas. Como é evidente.

 

publicado por tresgues às 08:41
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Terça-feira, 28 de Abril de 2015

Quem nunca trocou nomes que atire a primeira...

(...não completo o título porque posso sair magoada.)

 

Mas quem é que nunca trocou nomes, sílabas de nomes, e etc?

Eu, como expert na matéria - e que por vezes até achei que podia ser doença e contava ao médico deixando-o muito bem disposto com a gargalhada sonora que dava - acho tudo normalíssimo. Talvez por isso, se trocarem o meu nome por outro, acho graça e penso: " Boa! Felizmente não sou só eu!"

 

Ainda outro dia aqui comentei que troquei "receba" por "Rebeca";

Já troquei "poliglota" por "troglodita" e chamei isso a um amigo;

Já troquei, aliás troco sempre, "avião" por "combóio";

Já disse que "ia pôr o combóio à estação" o que levou a filha, há muito tempo, numa composição da antiga 3ª classe, a comentar o assunto e a dizer que a mãe era uma pessoa muito engraçada;

Já pedi um copo de "água normal"...;

Já pedi um "SG Gentil", só porque toda a gente à minha frente pedia um SG Gigante e a pessoa para quem eu estava a comprar me pediu um "Ventil"... ;

Já disse que há gente que "passa a vida no microondas", em vez de "no computador", o que virou moda entre os amigos que lá passam a vida, pela graça que acharam. Vá lá!;

Já pedi uma "sandes de bife" em vez de um "prego", só porque toda a gente à minha frente pedia uma sandes de fiambre ou de queijo; 

Já perguntei pela análise de"Ovomaltine", quando queria perguntar pela análise de "Hemoglobine" (em inglês, porque falava com uma pessoa "lá de fora") e depois ainda afirmei que não tinha feito análises à "felicidade de sedimentação";

Já chamei ao Sr. do talho (da minha mãe) "Luar", quando ele se chamava "Raul";

Já pedi "um pacote de tokalon de noite para de dia", quando talvez devesse pedir "uma embalagem de Tokalon para de noite";

Já perguntei pelo "Frazão", quando queria perguntar pelo "Fragoso", aquele amigo do João, estão a ver?;

Já perguntei à pessoa quando se "transformava", em vez de perguntar quando ela se "reformava" (esta também ficou para a posteridade dos amigos);

 

PS1 - E por aqui me fico, pois era bem capaz de aborrecer alguém com um post demasiado (extra) longo, por ser - com certeza - o maior deste "Só tenho coisas que me ralem!"

 

PS2 - Ora eu ainda me engano tanta vez no nome do Sr. e chamo-lhe "Lopetegue". Ou assim. "O meu nome é Lopetegui. Ouviste?" Pois. É por causa da outra Srª andar sempre todo o dia a dizer  (quer dizer, a gritar!) lá na TV do meu pai, que "O meu nome é Rebeca" é que eu leio "Rebeca" em vez de "receba".

 

Resto de muito bom dia.

 

Adenda: Já agora, veja o vídeo.

 

publicado por tresgues às 09:12
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Terça-feira, 31 de Março de 2015

Pergunta do dia

- Por que é que no jornal Expresso estava escrito num rectângulo "RECEBA" e eu leio "REBECA"?

 

PS: Só para que não acabe o mês sem saberem porque razão não tenho aparecido por aqui: internamento da mãe e minha cabeça neste estado. Que chegue Abril!

publicado por tresgues às 08:49
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Quarta-feira, 11 de Março de 2015

Melhores coisas da vida. E do mundo.

Não gosto, não. 

Só adoro! Só. Ou acompanhada.

E fazem-me bem. Muito bem. 

E nestes dias de Março tenho a sorte de ter as duas ao mesmo tempo.

 

1 - Mar (de dia);

P1010347.jpg

2 - Lareira (de noite).

P1010949.JPG

Tão simples e tão bom.

 

PS: Sim, os passeios na areia molhada e na água do mar são a melhor terapia/hidroterapia para o meu tornozelo (a recuperar lentamente das duas fracturas e respectivas cirurgias), para a minha linda perna... e para a minha pessoa toda. À noite, só o  Tornozelo Bom agradece o calor. O outro, o Tornozelo Mau, põe-se ao fresco. Respeita. Nada mais. E só lhe fica bem. Retribui a frescura que o Tornozelo Bom sente ao entrar na água do mar durante o dia e que tão bem lhe faz, a ele, Tornozelo Mau, a recuperar da sua falência. Da sua má gestão no andamento. E ainda há-de responder por isso. Só não o quero preso. Já se sabe porquê. Preso já ele esteve durante tempo demais... para a minha pessoa.

publicado por tresgues às 10:57
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Quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2015

Lisboa sempre moça. E a menina.

"A cidade de Lisboa foi considerada o segundo melhor destino europeu em 2015. O prémio foi atribuido pelo Best European Destination 2015."

 

Lisboa entusiasma-me.

E sempre que se fala dela... Só me apetece falar também.

 

Ora cá vai.

Não sou lisboeta de nascença mas de coração. Estou quase sempre por lá, desde os meus 4 anos. Foi nos Anjos que andei na primária, mais tarde casa de meninas, mas isso agora não interessa nada. Porque a escola, na altura, também era... só de meninas. Adiante. No Natal ia ao Coliseu, tirava fotos com o Pai Natal na Rua Barros Queiroz ou no Rossio e adorava as bolas de Berlim da pastelaria Castanheira. Ia passear junto à fonte luminosa. Adorava o Jardim zoológico. E tudo o que me levasse a sair de casa. A Baixa com as filas para os Porfírios e a Avenida de Roma foram minhas companheiras nas compras dos meus 15/20 e tal anos. Mais tarde, casada, vim morar para muito perto.

Passear pela Baixa, pelo Chiado, pelo Cais, por Santos, por Alfama, à beira rio, à beira mar - desde a Costa, à Fonte da Telha,  de Sesimbra ao Meco - quatro meses antes das férias de todos e quatro ou cinco depois das férias de muitos, é uma sorte que não dispenso. E agradeço.

Lisboa tem gente boa. É boa gente. Esta de Lisboa. E todos aqueles moradores dos velhos bairros que levam com o ruído da noite e só conseguem descansar durante o dia, também são gente boa. 

Tive o meu pai a trabalhar na Praça do Município durante anos.

Já vi Lisboa acordar e dormir em noite e dia de Santo António. E não só.

Já cantei fado numa tasquinha da Bica.

O Fifi já foi salvo de morrer com o calor do verão num restaurante ali perto do Chiado.

Já passei boas noites com amigos, dancei ao som das marchas da Avenida e das músicas da praça do Martim Moniz.

E muito mais havia para contar.

E Lisboa, tu sabes, apesar do meu tornozelo ainda meio jeitoso/ meio não jeitoso, espero bem que continues a esperar por mim e a receber-me como de costume. Não. Nunca me partiste um pé.

É que eu, depois de dois meses sem sair, e mais dois de recato... já tenho tantas saudades tuas! 

Já aqui falei de ti. Como aqui;  e aqui;  e aqui;  e aqui;  e aqui;  e aqui.

E não chateio mais.

E cá estou eu, menina, em Lisboa, sempre moça...

P1010998.JPG

Em pleno Rossio.

Com o pai acabadinho de sair do trabalho e a mãe acabadinha de arrancar um dente.

E eu, um pouco curiosa, com aquela coisa de ser fotografada em plena rua, assim, sem mais nem menos, mas já a dar-me um pouco de importância, em virtude das atitudes dos "paparazzi" da altura. E o que era um "paparazzi" na altura e naquela Lisboa que já tanto me entusiasmava? Nada. E ainda se pagava pela fotografia - que está agora numa prateleira/museu da minha casa.

E é só.

E é só desde essa altura que Lisboa me entusiasma.

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publicado por tresgues às 09:28
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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2015

O meu arrumador é melhor do que o teu

O meu arrumador de confiança.

Ao ver a foto, reconheci logo o sítio.

Já aqui tenho falado no assunto.

Já me pagaram um café, quando me esqueci do dinheiro em casa*.

Já me pagaram uma ginjinha, porque sim.

Já me ajudaram a salvar o Fifi de morrer asfixiado dentro do carro. 

Já levei laranjas da minha mãe a uma menina que acabara de ser mãe e que me chama de "titia". E não. Nunca deixei a chave a ninguém. Mas já me ajudaram e muito. Como já disse.  E em casos de atrasos meus, e em dias de filas intermináveis, e em dias de falta de estacionamento e muita urgência no mesmo, etc.                             

Defendo a profissão de arrumador.

Com salário, sindicato e tudo. 

E uma pastinha. Para colocar as fichas dos clientes.

(Apesar de eu saber que não precisam, ficavam a parecer mais profissionais, ainda. ;)

 

 PS*: Retirado de um post meu de 2010:

"17-Diz uma curiosidade sobre ti.

Distraída qb, já fui tomar a bica com o arrumador (que nunca tinha visto) porque não tinha dinheiro para lhe dar qualquer coisinha, nem para tomar café. Esquecera-me da carteira em casa. Vai daí, ele ofereceu-se para me pagar a bica. Eu resisti. Ele voltou a oferecer-se. Eu disse que não. Ele volta a insistir e eu fui. "Porque não?" Imaginam a cena num café, digamos que, de suposta elite? Nem queiram imaginar. Adorei. E nunca mais me pediu "qualquer coisinha", nem aceitou, mais tarde, o pagamento. Fiz um amigo."

publicado por tresgues às 10:09
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Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2015

Cenas quotidianas

Têm aqui faltado estas cenas, simplesmente porque a minha pessoa esteve em modo stand by desde que partiu o tornozelo em Outubro. Recomeçando agora - devagar, devagarinho - a ligar o botão do on, elas começam a aparecer. E em força.

Fui pela primeira vez ao centro, perto da minha casa, tomar a bica ao café de cima, porta pela qual entrei. Devagar, devagarinho. Todos me felicitam, perguntam pela ausência, descubro quem lhe tenha acontecido o mesmo, mostramos cicatrizes uns aos outros... Enfim, uma animação.

E recomeçar o quotidiano, mesmo que devagar, devagarinho, já é uma animação.

Desço devagar, devagarinho (mas com dignidade;) e dirijo-me a uma loja onde tinha umas coisas, há meses, para ir buscar. Falamos uns minutos (a senhora é minha conhecida há anos),  e tal... E saio. 

E agora a cena:

Lá ao pé da senhora há um café onde também costumava ir, quando entrava pela porta de baixo. E pronto. E lá vou eu.

- Olá bom dia, um cafezinho, faz favor.

Como o senhor é assim, meio estranho (já sabem que agora aprendi com uma criança, que quando não tenho a dizer coisas boas de uma pessoa, chamo-lhe "estranha"), não me faz festa nenhuma de me ver, demora muito a tirar o café, o que me daria tempo de pensar "na coisa"... Mas nada. Passado uns bons minutos, olha para mim e começa, então, a tirar o café.

É nessa altura, e só nessa altura, que eu penso:

- Mas... Eu não tomei já hoje o café? Não tomei?... Tomei! No café de cima!!!

Mas já era tarde para pedir ao senhor que parasse. Ainda por cima sendo ele uma pessoa, assim, "estranha". E pronto.

Dois cafés de seguida, nem sabe o bem que lhe fazia. Um em cima, outro em baixo.

E enfim.

Sim, é verdade que tenho sempre a tensão baixinha, mas... não abusemos.

 

PS1: Já perguntei ao cirurgião sobre o que tenho ouvido das anestesias (e eu que estive tanto tempo a dormir) e a sua relação com o esquecimento. E ele: - Sim, sim, é da anestesia, é. Tenho aqui uns estudantes universitários que após a operação ao tornozelo chumbaram o ano. É da anestesia, é! É, é! 

PS2: Gosto do meu cirurgião. Gosto de gente assim. Nada piegas. Dá mais ânimo à (minha) pessoa. 

publicado por tresgues às 11:34
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