Terça-feira, 1 de Dezembro de 2015

O meu pica do sete

O meu "pica do sete": 

IMG_0421.JPG

Cantar com a tal música:

 

De manhã cedinho

Eu salto do ninho e vou pra  paragem

De bandolete chapéu à espera "do sete"

mas não pela viagem

 

Eu bem que não queria

mas um certo dia  vi-o passar  a descansar

 

FullSizeRender.jpg

 

E o meu peito  céptico

por um pica gato de eléctrico camioneta voltou a sonhar.

 

Ninguém acredita no estado em que fica ficou o meu coração

Quando o sete gato me apanha ;)

Até acho que a senha me salta da mão

 

IMG_0430.JPG

 

Para logo depois... nos termos de largar  ;(

 

IMG_0432.JPG

 

Pois na carreira

desta vida vão

Mais nada me deu a pica que o pica gato "do sete" me deu.

 

PS1: Acho que os sentimentos foram recíprocos. O que é  foi bom! ;)

PS2: Tenho bom gosto, não tenho?

 

publicado por tresgues às 10:09
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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015

Bom dia

Bom dia. Bom fim de semana.  E bom dia de Halloween.

Faça como o Bininho. Divirta-se, mesmo que ache tudo uma parvoíce e/ou um pouco assustador.

 

P1011196.JPG

 

P1011194.JPG

 

 

O Bininho é um gato amigo que foi lá a casa da Fifi descansar, enquanto os donos foram de férias... descansados. Acho eu. Mas ele, apesar de estar sempre em modo Halloween, com brincadeiras de meter medo ao susto, e a nós, lá se ía divertindo. E nós também, claro.

 

publicado por tresgues às 09:35
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Quinta-feira, 20 de Março de 2014

Primavera

Parece ter acordado um pouco adormecida.

Talvez com medo de aparecer.

Como aqui o vizinho do lado.

 

 

Mas ela vai despertar.

Como aqui o vizinho do lado.

(Quando me vislumbrou e achou que era melhor pôr-se no sítio. Lá da casa dele.)

 

 

PS: Apesar de os afastar, sempre que os vejo (porque sujam e afiam as unhas em tudo quanto não devem) nota-se a cara de respeito. Acho eu.

publicado por tresgues às 08:22
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Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2013

É assim a vida

Obama, Michelle e a outra

 

Só mais uma coisinha sobre o muito que já se falou do caso.

A minha opinião, vista de fora. Isto é, apartidária.

Isenta de emoções.

Ambos têm razão (ambos os três, vá), no caso do acto em si. 

E do momento em si.

As relações são só difíceis porque todos julgamos que temos razão.

A nossa razão é que importa. A nossa razão é que é válida. E até podemos realmente ter as nossas razões. Mas tudo depende do modo como encaramos a situação. Muitas vezes, dependendo ainda mais do modo como encaramos A VIDA.

E, por isso, as relações são o que são. Dão no que dão. Todas as relações. As amorosas, as de amizade, enfim. O cerne, o busílis da questão?

Não sabermos respeitar as opiniões que divergem da nossa. Há sempre duas, ou mais maneiras, de ver a coisa. Ou "o copo meio cheio"; ou o "copo meio vazio"; ou, mais radicais, o "copo mesmo vazio" (coitadinho!); ou o "copo mesmo cheio" (espectacular! tipo governo); e, mais radicais ainda (só para embirrar), ou míopes, "o copo vazio, sem nada e sem jeito nenhum" (pelintra!); ou "o copo a transbordar e cheio de pinta (que classe!).  

Temos a nossa opinião? Era bom que a respeitassem. Era.

Os outros têm outra opinião? Era bom que os respeitássemos. Ponto.

E tudo seria tão mais fácil.

E a vida merece ser vivida assim.

Porque até é curta.

Do meu ponto de vista, claro.

Da minha razão.

 

Resto de muito bom dia.

 

PS: Já agora, fiquem com o vídeo de quem (sendo gato) acha que tem razão e não deixa passar o outro (que é cão).

Sorte que o outro (que é cão) é mais tipo: "copo meio cheio": Ok. Não passo agora, passo daqui a bocado. Ou mais banana. Ou mais passarinho. Ou...

E é por isso que aquele que acha que tem razão, faz o que faz. Não respeitando a liberdade do outro. O que lhe dá um gozo desgraçado. Até porque é mais pequeno.

 

You shall not pass, dog!

E é assim a vida.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por tresgues às 09:01
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Sexta-feira, 22 de Março de 2013

- Poesia? pergunta ela.

- Qual poesia?

(Hoje é o dia dela. Da poesia.)

 

A chuva não dá descanso.

As notícias não são melhores.

Às vezes, até me canso...

E decoro a casa com flores.

 

Tanta parvoíce, porquê,

Assim num rimanço sem precedentes?

Porque a poesia é o que se vê.

Está no momento. Está no que sentes.

 

Bom fim-de-semana.

- O momento que se segue? - perguntais.

- Poesia no gato. No dono. Na guitarra. No momento. Quereis mais?

 

  

 

publicado por tresgues às 09:59
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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013

Num dia cinzento

Num dia cinzento.

Um gato cinzento.

Tenho sempre um gato perto de mim. Mais do que um. Moram muitos ao meu lado.

Neste dia, Fifi estava caladinho em sua casinha. Quem cantava era eu. (o quê? "menina das tranças pretas"!) No meu quarto. Após o duche. Enquanto me vestia. E ainda me deu tempo de ir buscar a máquina. O dia podia estar cinzento. Podia. Mas estes pormenores quotidianos que, provavelmente não interessam a ninguém, deixam-me *(quase) sempre bem disposta.

Num dia (meio) cinzento. 

Com um gato (meio) cinzento.

 

 

E como diz a minha mãe, noutras circunstâncias:

Ou nunca viu (e ouviu) uma coisa tão linda, ou nunca viu (e ouviu) uma coisa tão feia.

(Para estar assim especado a olhar. Ao ponto de se sentar.)

 

PS:*(quase) - Porque de noite, certas noites, deixam-me (muito) mal disposta. Culpa deles, não. Culpa de quem os tem. Às dúzias. E não sabe, nem quer saber o que é a esterilização ou a castração. "Eles aparecem aqui coitadinhos..." Pois é. Mas há lá quintal ou cantinho, mais bonito para passear e miar em noites de chuva ou de luar... E há lá quintal ou cantinho mais bonito para fazer necessidades, afiar unhas, sujar roupa estendida, sujar muros e etc. e tal. Tão bonitinhos que eles são. Os animais.

publicado por tresgues às 09:18
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Terça-feira, 2 de Outubro de 2012

Porque há animais que nos invadem o espaço

Senhora expulsa urso do quintal - c/vídeo

É o mesmo que eu faço ao/s gato/s da vizinha:

"Vai embora, vai. Já!"

É que há gatos e gatos. Há ursos e ursos. E nunca se sabe.

E devido às "patinhas" do/s mesmo/s no meu muro, este ano, já houve uns retoques à pintura do ano passado. Porque já houve mais umas quantas patadas. Só modifiquei um pouco a cor. E só tenho pena da cor. Do tom das folhas. Mas considerei que folhas pintadas de encarnado eram capazes de sobressair demais e dar demais nas vistas. 

 

 

E é por isso que eu sempre gostei de pintar paredes.

Pinta-se por cima da outra pintura e, em cinco minutos, fica sempre novo e diferente.

Mas também há aqueles que gostam de "pintar a manta". E dizem que não têm jeito para pintar paredes. É tudo uma questão de gostos. E tendências.

E de ocupação de tempos livres.

 

Resto de boa semana

Boa sorte, encarnados. Sobressaiam . Neste caso, adorava.

publicado por tresgues às 12:48
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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2012

É a nossa história

É o nosso fado.

E a história repete-se.

Mas gosto de quem, com muita arte no acto de bem dizer toda a história - dizendo a verdade, e só a verdade - consegue transmitir-nos todo este bom humor. Tal como neste vídeo. Não é para todos. 

Tenho pena de não saber quem é o autor.

 

História de Portugal

 

Tudo começou com um tal de Henriques que, parece, não se dava bem com a mãe.

E acabou por se vingar na pandilha de mauritanos que vivia nas margens do Tejo.

Para piorar ainda mais as coisas acabou por casar com uma espanhola qualquer e não teve tempo para lhe desfrutar do salero porque a tipa apanhou uma camada de peste negra e morreu.

Pouco tempo depois, o fulano, que por acaso era rei, bateu também as botas e foi desta para melhor.

Para a coisa não ficar completamente entregue à bicharada, apareceu um tal João... Este, ajudado por um amigo de longa data que era afoito para a porrada, conseguiu pôr os espanhóis a enformar pão... E ainda arranjou uns trocos para comprar uns barcos para o filho que era dado aos desportos náuticos.

De tal maneira que resolveu pôr os barcos a render e inaugurou o primeiro cruzeiro marítimo entre Lisboa e o Japão, com escalas no Funchal, Salvador, Luanda, Lourenço Marques, Ormuz, Calecute, Malaca, Timor e Macau.

Quando a coisa deu para o torto, ficou-se nas lonas só com um pacote de pimenta para recordação e o Sebastião resolveu ir afogar as mágoas, provocando a malta de Alcácer Quibir para uma cena de estalo.

Felizmente, tinha um primo, o Filipe, que não se importou de tomar conta do estaminé... até chegar outro João que enriqueceu com o pilim que uma tia lhe mandava do Brasil e acabou por gastar tudo em conventos e aquedutos.

Com conventos a mais e dinheiro a menos, as coisas lá se íam aguentando até começar tudo a abanar numa manhã de Novembro. Muita coisa se partiu. Mas sem gravidade porque, passado pouco tempo, já estava tudo arranjado outra vez... graças a um mânfio que tinha jeito para a bricolage e não era mau tipo, apesar das perucas um bocado amaricadas. 

Foi por essa altura que o Napoleão bateu à porta e perguntou se podia ficar com isto.

Levou com os pés com a ajuda dos ingleses que queriam o mesmo.

Outro João tinha dois filhos e queria pôr o Pedro a brincar com o irmão mais novo, o Miguel, mas este teve uma crise de ciúmes e tratou de armar confusão que só acabou quando levou um valente puxão de orelhas do mano que já ia a acaminho do Brasil para tratar de uns negócios.

A malta começou a votar mas as coisas não melhoraram grande coisa.

E foi por isso, que um Carlos anafado levou um tiro nos coiratos quando passeava de carroça pelo Terreiro do Paço.

O pessoal assustou-se com o barulho, escondeu-se num buraco.

E vieram os republicanos que meteram isto numa guerra onde ninguém nos queria.

Na Flandres levamos tiros que fartou disparados por alemães.

Ao intervalo já perdíamos por muitos mas o desafio não chegou ao fim... porque uma imagem vestida de branco apareceu a flutuar em cima de uma azinheira, e três pastores deram primeiro em doidos e depois em mortos e, mais tarde, em beatos.

Se não fosse por um velhote das Beiras a confusão tinha continuado mas, felizmente, não continuou e Angola continuava a ser nossa mesmo que andassem para aí a espalhar boatos.

Comunistas dum camandro!

Tanto insistiram, que o velhote se mandou do cadeirão abaixo.

E houve rebaldaria tamanha que foi preciso pôr um chaimite e um molho de cravos em cima do assunto.

Depois parece que houve um Mário qualquer que assinou um papel que nos pôs na Europa e ainda teve tempo para transformar uma lixeira numa exposição mundial e mamar uma seca da Grécia na final do futebol.

E agora?

Agora, depois de querermos passar por ricos, vendemos uns patos no jardim do Campo Grande e ficámos no Euro.

Andámos a gastar mais do que tínhamos e chamámos essa tal de Troika.

Essa dita de Troika empresta mas com condições. E nós, a Passos de Coelho, lá vamos comendo Sopa em vez de Camarão.

Vamos a ver se as sopas não se transformam em Sopas de Cavalo Cansado.

"Pobres, bêbados, mas felizes."

                           (imagem da net)

E o Cavaco?

O Cavaco foi com o Pai Natal e o palhaço ao circo.

 

PS1: Última hora: Cavaco - diz-se por aí - vai encontrar-se com Seguro.

Esperemos sentados. Como os gatos.

publicado por tresgues às 16:50
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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011

O muro...

 ... e os vizinhos.

Ou a jardinice.

 

1 - Foto que se poderia repetir todos os dias quando saio de casa: o vizinho amigo vem em minha defesa e, como podem verificar, entra em luta acesa com o vizinho inimigo/indesejável:

 

 

♥ O "vizinho amigo" da frente, mais propriamente vizinha, de seu nome Tacaniça, mas a quem eu comecei a chamar Patanisca - vá-se lá saber a razão do engano - e acho que ela não se importa nada.

♣ Um dos "vizinhos indesejáveis" do lado, de quem não sei os nomes. Indesejáveis pela quantidade que, por vezes, ultrapassa, em número, os sete ou oito. Indesejáveis porque se apropriam das minhas flores, das minhas almofadas, ou seja, de tudo o que não lhes pertence. E com o maior dos descaramentos, ainda fazem do meu canto o seu WC, com todos os inconvenientes que já estão a imaginar.

 

2 - Estas investidas por parte dos vizinhos amigos e dos vizinhos indesejáveis, fizeram-me tomar a resolução de pintar, este verão, um folhado pelo muro "afora", tais eram as patadas e patinhas que por ali passavam, deixando o muro na maior das misérias ambientais e visuais... que já estão a imaginar. Vai daí, e numa de "arte" urbana, só preciso de acrescentar outras folhas, cada vez que aparecerem novas patas, patinhas e patadas. Devo acrescentar que este folhado tem um efeito de sombra muito interessante pela noite "afora" e em certas posições solares. Só para que conste:

 

  

3 - A Patanisca, minha defensora, linda, sempre tímida e muito amorosa:

 

 

 

4 - Os "indesejáveis", aquando ainda na maternidade - que por acaso foi processada/efectuada mesmo debaixo da minha fonte - já irreverentes e muito senhores do seu nariz, como se isto fosse o "da Joana", fazendo das suas jardinices. 

- A jardinice compensa? - CM.

- Pelos vistos...

 

 

 

Bom fim de semana.

PS: Algum destes dias, com mais vagar, retomarei as "escolhas" das sextas.

(Neste momento são tantas que até aborrecem.)

 

publicado por tresgues às 10:32
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Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010

Curiosidades

 

E não é que ao conhecer "a Bruno" fiquei estupefacta.

Não é mesmo parecido com "o meu"?

 

Bom Carnaval para todos.

 

PS: Estúpido do tempo... até perdi os óculos de sol...

(Que, por sinal, me custaram "os olhos da cara".) 

publicado por tresgues às 10:54
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