Quarta-feira, 15 de Abril de 2015

E o que era já não é.

E continuam a chegar-nos informações destas, como referi numa das minhas escolhas.

E só tenho coisas que me ralem.

 

E a Visão diz assim: Há três anos, um estudo de dimensão ainda maior dava conta de que as pessoas com excesso de peso tendiam a viver mais - Os que tinham um IMC entre 25 a 29 reduziam o risco de morte prematura em 6% quando comparados com os detentores de um IMC normal. Para chegar a esta conclusão, os investigadores olharam para 100 ensaios envolvendo um total de três milhões de pessoas.

Começo a achar, ao fim destes anos todos, que o meu pai, aos 86 anos, tem alguma razão, quando é "um bom garfo", quando desdenha dos que não são e quando prevarica sempre que lhe dá na real gana - mesmo com muitas proibições "doutorais" ou "medicais. Como quiserem.

 

PS: E no outro dia até li que ser solitário é tão grave como fumar 15 cigarros por dia. Toma. Ou seja... Pense agora por si. Que eu tenho que ir ali relacionar-me. E tomar já o pequeno (desculpem) grande-almoço.

Resto de bom dia.

publicado por tresgues às 08:28
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Terça-feira, 10 de Março de 2015

Nem demais, nem de menos

Só o suficiente para ser feliz. Como em tudo na vida.

A educação não é excepção.

Educar pela positiva, sim.

Mas...

Segundo um estudo, origem do narcisismo aponta para para excesso de elogios dos pais - Público. "Os resultados mostraram que os traços de narcisismo estão associados à sobrevalorização dos filhos ao longo do tempo. “Quando os pais dizem às crianças que elas são mais especiais do que os outros, elas acreditam nisso. Isso poderá não ser bom nem para as crianças nem para a sociedade”, defende Brad Bushman, co-autor do estudo, investigador da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos."

 

Sempre fui desta opinião. Há excessos que não justificam. Não ajudam. Antes pelo contrário. E, ser pai, também é ser amigo. E um amigo sincero também aponta os defeitos. Ou devia apontar. E o outro aceita. Ou devia aceitar.

Mas isto sou eu que não gosto de gente "boazinha". Gosto só de boa gente. Às vezes até daquela com "mau feitio". Aquela tal que discute as diferenças entre o bem o mal, entre o que tem - ou não - valor neste mundo. E fala disso com os filhos. E, por vezes, até deixa de ser "um bom paizinho" para "ser apenas um pai" que ama suficientemente os filhos, para querer fazer deles pessoas dignas e responsáveis, livres, auto-críticas - de si mesmas e do mundo -, com uma auto-estima (só) q.b. e  - deveras importante - capazes de se rirem de si próprios.

Difícil. Muito difícil. Porque...  

 

"Muitos querem deixar um mundo melhor para os filhos.

Poucos pensam em deixar filhos melhores para esse mesmo mundo."

(Anónimo)

publicado por tresgues às 10:01
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015

Sou da outra geração

A geração dos phones já não consegue ouvir o canto dos pássaros - no i.

Eu sou da outra geração. Daquela que até acorda às cinco da manhã com o cantar dos melros.

Ainda ontem dizia isso a alguém que me disse: Afasta-os de lá!

Afastá-los? Adoro tê-los lá. E, depois, volto-me para o outro lado e continuo o que estava a fazer: a dormir.

 

E o Fifi também gosta de os ter por perto. E eles também gostam de ter o Fifi por ali. Por vezes, fazem-lhe companhia do outro lado do vidro, por longos períodos de tempo, neste sítio.

 

Certos dias, na hora em que recolhem ao "dormitório" falo com eles, que é como quem diz, cantamos à desgarrada, ora eles, ora eu. Acho que eles gostam. O Fifi também.

 

Numa altura, tive um dos melros vizinhos que me acompanhava todos os dias de manhã até à porta do café, sobrevoando-me com voos bem rasteiros. Ficava lisonjeada com tamanho empenho na nossa amizade.

 

Sou da outra geração?

Sou. Mas também sei juntar natureza com tecnologia (mesmo que "pouco bem"), como aqui, já há uns anos, noutro canto do globo.

 

Boa semana.

 

PS: Por falar em globo... Não. Não vi os Globos. Deixei-me dormir. Acho que os melros também.

publicado por tresgues às 09:29
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Sábado, 1 de Fevereiro de 2014

Sobre o dormir e o acordar

Sabe por que acorda antes de tocar o despertador? - CM.

 

Quando vi esta pergunta, mais uma vez na vida penso: Ó diabo, eu não sou normal. Eu não me lembro desta situação ter acontecido alguma vez - vá que tenha acontecido duas vezes - em toda a minha vida. Isso não é normal em mim. É normal ficar mais do que chateada com o despertador quando ele toca e me acorda. Por isso, sou tão contra todos os relógios, principalmente todos os despertadores. Para melhor se perceber, não gosto de nada que me desvie da minha vida - já de si, como todas as outras vidas, com tanto que pensar -, ou seja dos meus pensamentos no momento, quando toca um telefone, uma campainha e claro, pior ainda, o despertador.

Por isso desligo tanta vez o telefone. Por isso adoro não ter relógio. Por isso adoro não ter despertador para me acordar. Aliás, o meu sonho de vida é poder levantar-me e deitar-me só quando tenho, mesmo, vontade. Quando isso acontece ando muito mais tranquila, de melhor humor, etc. Nem sei por que se há-de pensar de outra maneira. Mas enfim, há quem se ria de lado quando digo estas verdades. Homofóbicos, como já lhes chamei? Invejosos? Não. Tem a ver com a própria pessoa. Vários estudos têm demonstrado - e continuam a demonstrar, o que é importante, pois ainda ninguém negou esta hipótese como outras tão certas que já foram negadas... a propósito, já sabem daquela que saiu esta semana sobre os antioxidantes? - como dizia, vários estudos têm vindo a demonstrar que toda esta coisa sobre o dormir está relacionada com a nossa própria pessoa. Ponto. Mais nada.

Comigo, até agora, tem sido assim. E espero que continue. Acho até que é o que me tem valido na vida. Explicando melhor. Se tenho dias que, por motivos, só me deixo dormir lá para as cinco da matina (sim, já tive) tenho o dom de não me stressar com isso, mesmo sabendo que no outro dia é melhor ninguém se meter comigo (e sou mesmo capaz nesse dia, adiar decisões importantes, por saber que não estou NADA em condições de as tomar) sei que, na noite seguinte, estou mais morta que viva e me deixo dormir com tanto afinco, que no outro dia acordo, por vezes, na mesma posição (ou quase) com a qual me deitei.

Quanto a mim, eu nem percebo aquela coisa de as pessoas quererem chegar primeiro do que todas  a todo o lado. Serem as primeiras da manhã no supermercado, no médico, na repartição... e ali estão nas filas todas contentes. Eu, sempre que posso, e faço mesmo para que aconteça, vou ao super, ao médico, à repartição a horas desertas. Poque eu sei quais são. As pessoas normais pensam: Ah, vou cedo para ser a primeira, ficar despachada e não estar na fila. Eu penso: Ah, vou no fim de todos, que é melhor. E aqui o fim, meus amigos, depende do ponto de vista. Podemos relacionar com o fim daquele dia ou... (e isto é que é pensar com pinta!;) vou hoje ao final do dia porque até vou antes dos que vão amanhã logo de manhãzinha e já fico despachada. E ir no fim de todos ou antes dos que vão no dia seguinte é:

 - ter todo o pessoal com mais pachorra e mais disponível para nos atender;

 - quase ficar amiga deste pessoal todo, porque reconhecem que é "fixe" para eles cada um ir ir a horas diferentes.

 - não estar horas sem fim em filas que não interessam a ninguém, muito menos a mim;

 - não estar com o pessoal da fila e arredores a espirrar, a tossir, a assoar-se para cima de mim;

 - não estar com o pessoal da fila e arredores literalmente em cima de mim e a meterem a cara em tudo o que tenho dentro da mala, dentro do saco, dentro de mim...;

 - fazer tudo muito mais descansadinha e ainda ter umas benesses de esclarecimentos... porque até há tempo para isso;

 - chegar ao fim do dia menos stressada e com a vida toda tão em ordem como os que se levantam às cinco para serem os primeiros e depois, DORMIR o sono dos justos e... da justa. Que sou eu.

Sim, eu sei que nem sempre assim pode ser. Esqueçam agora o trabalho (no meu tive a sorte de poder escolher horários e fui a única que escolhi, por opção, o da parte da tarde) e aquelas coisas que têm mesmo de ser. Mas quando pode ser, eu sei que, para muitos, continua tudo na mesma. Num stresse mais do que perfeito. Há o stresse perfeito, o imperfeito e o mais que perfeito e, esse, não deixa as pessoas dormirem. E, esse, faz as pessoas tomarem drogas para dormirem (mal) e para no outro dia acordarem muito cedo para a (má) vida. Sim, boa é que não é.

E o que eu já escrevi, meu deus, sobre esta coisa do acordar antes do despertador.

É que sabem, esta noite dormi dez horas seguidas. Porque ontem, por motivos, tinha dormido só umas cinco.

Hoje desliguei tudo e pronto.

O dia lá fora está estranho.

O dia cá dentro, um espectáculo.

Silencioso e calmo, como deve ser.

Resto de bom dia.

E durmam bem. 

(Mesmo com o correr da baba.)

publicado por tresgues às 11:08
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Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2014

As escolhas de tresgues

1 - Mau comportamento é fruto da educação dada pelos pais desde o berço, segundo investigação - SIC. E tudo começa no berço, é o título do livro do psicólogo e investigador Luís Maia. Que seja lido por muitos papás e paizinhos, é o meu desejo.

 

2 - Estudo liga status e dinheiro a satisfação sexual das mulheres - BBC. E tudo começa no berço. Ou é rico ou pobre ou assim-assim/remediado. Também pode começar depois do berço, mas não deve ser a mesma coisa. E com a crise que para aí vai, deve ser difícil... começar depois do berço.

Mulheres com mais dinheiro também tendem a se envolver menos em relações abusivas, assim como têm menos chances de sofrer estupro ou agressão sexual. Além disso, elas tendem a abandonar relações abusivas mais cedo do que mulheres mais pobres ou mesmo procurar mais rapidamente auxílio profissional ou aconselhamento, acrescentam os pesquisadores.

Elas tendem. Mas nem todas. Pode ser importante o status e o dinheiro, mas o carácter, a auto-estima e a determinação são tão, ou mais importantes, para certas tomadas de decisões. É a minha opinião.

 

3 - Genética ajuda a definir se somos pessoas diurnas ou nocturnas - BBCE tudo começa no berço.

Por conta de dados como esses, Mary Carskadon, professora de psiquiatria na Universidade Brown, nos EUA, faz campanha para que as escolas comecem as aulas mais tarde.

"Nem sempre as notas melhoram (por conta disso), mas um dos aspectos mais sérios da privação de sono é a questão da depressão, da tristeza e da falta de motivação dos jovens", argumenta. "O humor melhora quando as aulas começam mais tarde."

Espectáculo. Quem me dera! Ainda não percebi qual o interesse de aulas às oito da manhã. Gente que não tem mais nada para fazer. E estudar e trabalhar? À noite, claro. Quando está tudo mais calmo e até os aviões, os telefones, as campainhas... nos dão descanso e maiores níveis de concentração. E sempre me irritou quem se irrita com esta maneira de ser. Homofóbicos. É o que é. Aliás, se se ajustasse o trabalho a esta condição genética, havia gente a trabalhar todas as vinte e quatro horas do dia. Não sei qual o problema. Só vejo vantagens. E depois... eu só trabalhava com gente bem humorada. Ai quem me dera! (Peço desculpa aos "diurnos" bem humorados. Se os houver. ;)

 

4 - Livro polémico afirma que homossexualidade pode ser definida na gravidez - BBC. "Mulheres grávidas que sofram de stresse tem maior chance de darem a luz a bebés homossexuais, porque os níveis elevados do hormônio de stresse cortisol afecta a produção de hormônios sexuais fetais", escreve Swaab, professor de neurobiologia. E cá vai mais uma: e tudo começa no berço.

 

5 - Crianças com muita actividade podem tornar-se adultos stressados e ansiosos - CrescerSapo. Até o stresse e a ansiedade lá começam. No berço.

 

6 - Digda é o nome do gato que anda de skate - veja o vídeo.

E tudo deve ter começado no berço. Um pouco de treino com o dono fez o resto.

 

Bom fim de semana.

publicado por tresgues às 08:40
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Terça-feira, 16 de Julho de 2013

Pessimista ou optimista?

*Ser ou não ser optimista (com um "p"), eis a questão.

Sim, porque também há aqueles otimistas sem um "p".

Bem, mas sempre será preferível a um pessimista.

 

É que um optimista tem mais sete anos de vida.

Mas parece que a coisa até está nos genes, na maneira como a nossa mãe nos tratou, a maneira como vemos o mundo, naquilo que nos aconteceu ao longo da vida, mas tudo pode ser alterado, segundo estudos de universidades de renome.

 

PS1: Ah! Parece que as freiras optimistas duram dez anos mais.

Pois, cá por mim, mesmo assim, prefiro durar só mais sete.

 

PS2: Estive em pré-férias com muito trabalho e vou entrar nelas. O que explica a passada... e a futura ausência.

Estavam optimistas com a minha ausência? Boa!

Pessimistas? Ou a vossa mãe foi demasiado ansiosa e stressada ou olham o mundo de uma forma muito negativa. Ora mudem lá os vossos genes. E depressa.

 

PS3: Como estão a ver  o estado actual do país?

E do nosso governo?

Eu cá estou muito optimista.

(E esta foi só vos para enganar. Porque a minha opinião verdadeira tem origem nos meus maus genes. E realistas. Por acaso.)

 

Abraços.

publicado por tresgues às 09:51
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

Eles e elas

Todos diferentes, todos iguais. Quase iguais.

Homens e mulheres. Rapazes e raparigas. Meninos e meninas.

Mas o que se passa é o seguinte e tão simples como isto:

♦Se elas falam da vida alheia - que não é exclusivo feminino -  é «coscuvilhice»;

♦Se eles falam da vida alheia - idem, idem, aspas, aspas -  é «curiosidade saudável».

Isto é, eles e elas não são assim tão diferentes como por aí se faz crer. O comportamento só é avaliado de forma diferente - segundo o estudo de uma portuguesa, professora da universidade de Leeds, no Reino Unido. «Tudo isto fruto das normas e regras incutidas pela sociedade, que determinam, por exemplo, que um homem não pode chorar ou que uma rapariga tem que ser magra.» - in Destak. (Acho que estas duas normas começam aos poucos, e muito, muito, devagar a normalizar. Pelo menos são faladas qb.)

O que ainda me faz alguma espécie é que ande por aí muito boa gente a defender o contrário. Gente que, mesmo que diga que concorda com esta evidência, os seus actos não têm correspondência com as suas falas. Ainda ontem ouvi o seguinte, num miradouro de Lisboa: "Olha, para isto. Elas são iguais a eles. Bebem e fumam tanto como eles."

Ou seja, não é o problema do fumar faz mal à saúde, ou o do beber demais pode ser prejudicial à mesma saúde. Não. Até porque nem vi ninguém a beber demais. (Lá mais para a noite até já poderia dizer o contrário, mas ainda era bem de dia.:) O problema é: "Olha-me para isto. Elas são iguais a eles!"

Segundo a investigadora este processo pode parecer «banal», mas tem «efeitos nocivos». Concordo plenamente.

E o livro «Fazendo Género no Recreio: a Negociação do Género e Sexualidade entre Jovens na Escola» poderá ser de grande ajuda, pois «quando as pessoas têm consciência críticas das coisas estas podem mudar». No entanto, quer parecer-me que ainda vai demorar uns "tempos dos grandes" a pôr as coisas no seu devido lugar. Perguntem-me lá porquê, se não souberem a razão (♦).

 

Muito boa semana.

Para eles e, evidentemente, para elas.

 

(♦) Os homens fazem a sua própria história, mas não o fazem como querem... a tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos. Karl Marx.       

publicado por tresgues às 11:26
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

Tal cão, tal dono

Tal dono, tal cão.

Ou, cão como nós.

 

Ambos surfistas e skatistas radicais.

Quem é o melhor amigo do homem?

Iguais até no caminhar.

 

Ver vídeo até ao fim. ;)

 

 

E diz que cientista tenta descobrir o que pensam os cães.

Cá para mim, não é preciso. Fico bem com o que eles me mostram.

Afinal, eles são mais gente do que nós.

E aquele trabalho de investigação deve ser mesmo bom.

Bom, bom, bom e já  é sexta e As escolhas de tresgues estão um pouco de férias.

Sorry.

 

Bom fim de semana.

publicado por tresgues às 10:04
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Segunda-feira, 9 de Abril de 2012

Vermelho e verde

Ou verde vs Vermelho.

 

Um recente estudo realizado na Universidade Ludwig-Maximilians, de Munique, na Alemanha, e publicado no Personality and Social Psychology Bulletin. revelou que a cor verde estimula a criatividade.


Já o vermelho, com potencial para causar efeitos negativos e positivos, é uma cor que deve ser usada de forma estratégica. Estudos já revelaram que por suscitar um medo do fracasso, a cor não deve ser experimentada momentos antes de provas. No entanto, outra pesquisa indicou que times que usam uniformes vermelhos têm mais chance de vitória.

Outro efeito tradicional é um aumento de atratividade das mulheres que vestem vermelho.

 

À pesquisa sobre o vermelho, só posso dar o meu aval.

Até no efeito das mulheres, só devem ter razão.

Haveria outra cor que concorresse para tal?

Ora, como "vosoutros" bem sabeis, é claro que não. 

 

É claro que não. E rima.

Já agora, caso interesse, confira os poderes das restantes cores - BBC.

publicado por tresgues às 09:18
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Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011

Os homos (homes) mudaram.

E tudo se transforma.

E se antigamente tínhamos os "homes" erectus ou os sapiens, hoje temos o homo sexualis, o samaritano, o homo economicus e o homo politicus.

Tudo isto, e segundo um estudo realizado em Espanha que classifica os consumidores do sexo pago nestes quatro grupos "básicos" (acredito que sejam). "O primeiro se valoriza pela quantidade de sexo que pratica e pelo número de mulheres. O segundo procura uma prostituta que o escute e seja mais vulnerável que ele, abrindo espaço até mesmo para uma relação sentimental com ela. O homo economicus busca emoções fortes e costumar misturar sexo com drogas. Já o homo politicus tem certo peso na consciência pelo que faz, mas não deixa de fazê-lo" - in BBC.

O estudo também nos dá conta que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, 'sabem distinguir entre sexo e amor'.

Os homes continuam os maiores: E "o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois." (A crise, a crise... Ai, a crise! Precisam de ir trabalhar, coitados. Para ganhar o... pouco pão que há.)

Os Homos (homes) mudaram, dizem. Mas voltou tudo ao mesmo: "Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo 'falocêntrico', o colecionador de mulheres", disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo. "O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social".

Podem ler mais sapiências no artigo. Porque o saber nunca ocupou lugar.

(E para bem de todas nós.)

Muito bom dia.

Mesmo com chuva. 

 

 

 

 

 

 

 E estas molhres (com o) do antigamente, onde estão?

publicado por tresgues às 10:58
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