Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015

Amizades. Eles e elas vs eles mais elas

Acerca desta crónica : Amizades com sexo oposto, verdade ou mito"?

Eu acredito. É verdade. Em pequenina e, mais tarde, os meus maiores amigos eram meninos. Que me defendiam com garras e sem mariquices, ao contrário de algumas meninas... que eram demasiado piegas para o meu gosto. E um "pouco" cuscas. E maldizentas. E...

Só tenho a dizer o que sempre disse: sempre falei e ri com toda a gente (homens também são gente) e nunca ninguém (nenhum) me faltou ao respeito.

É como os piropos. Então mas, afinal, mulher honrada tem ouvidos? Levem a coisa com sentido de humor. Não defendem a liberdade de expressão? Hum...

Aliás, já vi alguns piropos feito por elas a eles (a coisa está a mudar, está) e eles nada ralados.

O problema, nesta coisa da amizade pelo género oposto é que há quem pense logo (em português, claro) I thinK he likes me, com outro sentido sem ser o da amizade. 

É ou não é?

Resto de muito bom dia.

publicado por tresgues às 09:47
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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2013

Sociedade

O homem disse para o amigo:

 — Breve irei a tua casa

 e levarei minha mulher.
O amigo enfeitou a casa

e quando o homem chegou com a mulher,

soltou uma dúzia de foguetes.
O homem comeu e bebeu.

A mulher bebeu e cantou.

Os dois dançaram.

O amigo estava muito satisfeito.
Quando foi hora de sair,

o amigo disse para o homem:

 — Breve irei a tua casa.

E apertou a mão dos dois.
No caminho o homem resmunga:

— Ora essa, era o que faltava.

 E a mulher ajunta: — Que idiota.
—  A casa é um ninho de pulgas.

—  Reparaste o bife queimado?

O piano ruim e a comida pouca.
E todas as quintas-feiras

eles voltam à casa do amigo

que ainda não pôde retribuir a visita.

(Carlos Drummond de Andrade, in 'Alguma Poesia')

 

Sem palavras.

Gosto dos amigos. Não gosto dos homens. (Destes, é claro).

E gosto de Carlos Drummond de Andrade.

publicado por tresgues às 19:35
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Segunda-feira, 12 de Agosto de 2013

Cenas quotidianas

Numa loja de móveis com saldos. Não me apetece fazer publicidade. Nem vem ao caso.

A coisa estava séria, a ver pela cara dele. E estava a piorar.

 

Ele- Mas eu alguma vez compro alguma coisa sem gostar muito? Ah, gosto assim-assim, vou comprar...

Ela- Nha, nha, nha, nha (não dava para ouvir).

Ele - Mas eu algUMA VEZ COMPRO UMA COISA SE NÃO GOSTO MUITO... (REBÉUBéu, rebéubé, r...).

 

Saí do sítio. Fico sempre pouco bem, quando os ouço: "REBÉUBÉU, REBÉUBÉU" (em voz alta e, pior do que isso, prestes a explodir) e elas, "nha, nha, nha, nha" (em voz baixa). Ou vice-versa. Mas é, quase sempre "versa-vice". O que me incomoda.

E podiam ser meus filhos.

 

Boa semana. Meus filhos.

Menefreguem.

(Se não souberem o que isso é, informem-se. Vai fazer-vos bem.)

publicado por tresgues às 19:07
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Terça-feira, 18 de Junho de 2013

Problemas do mundo resolvidos?

Cientistas descobrem bactéria que produz ouro puro - greensavers.

Pronto. Problemas do mundo inteiro resolvidos.

Hum!... Outros haviam de vir.Tal como estes, entre muitos, claro:

 

1)

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra numa farmácia e fala ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsénico.
- Mas não posso vender isso assim! Qual seria a finalidade?
- Matar meu marido!!!
- Pra esse fim então, piorou... Não posso vender-lhe!!!
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, na cama com a mulher do farmacêutico.
- Ah bom!... COM RECEITA É OUTRA COISA!!!
 
2)
Depois de meio século de matrimónio ele morreu. Pouco tempo depois também ela se foi para o céu...
No céu encontra o marido e corre rapidamente para ele e diz :
Queriiiiiidoooooo!!! Que bom encontrar-te!!!
Ao que ele responde:
Não me lixes Cristina! O contrato foi muito claro: ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
3)
Era uma vez um moçoilo que se armou em poeta só para impressionar a sua namorada, já noiva e de casamento marcado.
Então escreveu-lhe o seguinte poema:

Que feliz sou eu, meu amor!
Já, já estaremos casadinhos.
De manhã o café  na cama com ardor,
Temos sumo, pão e ovos bem mexidinhos.
 
Já bem aconchegados
Tudo pronto bem cedinho.
Depois irei para o trabalho.
E tu para o mercadinho.
 
Regressas ao nosso ninho.
Rapidinho arrumas tudo.
E corres p'ro trabalhinho.
Para começares o teu turno.

Tu já sabes que ao fim do dia.
Gosto de jantar bem cedo,
De te ver com alegria,
Alegre, bonita e sem medo.

Pela noite é televisão,
Cineminha bem barato.
Nada, nada de shoppings.*
Nem de restaurantes caros.*

Tu vais cozinhar pra mim.
Comidinhas bem caseiras.
Pois não sou desses ruins
Que gosta de comer besteiras.

Não achas minha querida.
Que dias tão gloriosos?.*
Não te esqueças, meu amor.*
Que logo seremos esposos!.*
 
Em resposta a noiva escreve ao noivo
 
Que sincero meu amor!.
Que oportunas tuas palavras!.
Esperas tanto de mim.
Que me sinto intimidada.
 
Ovos mexidos não sei fazer .
Como a tua adorada mãe .
Meu pão torrado é p'ra esquecer,
De cozinha, meu amor,  nada sei !

De dormir gosto de mais
Até tarde, relaxada.
Ao shopping fazer compras tais.
Com o Visa barra dourada.
 
Sair com minhas amigas,
Comprar só roupa de marca,
Sapatos todos catitas,
E lingeries só das mais caras.*

Pensa amor, ainda nada está perdido.
A igreja não está paga.
Eu devolvo meu lindo vestido.
E tu teu fato de gala.
 
E Domingo bem cedinho.
Prá começar a semana.
Ponho aviso num jornal.
Com letras bem destacadas:

«Homem jovem e bonito
Procura escrava bem lerrrrrrda
Porque sua ex-futura esposa
Mandou-o ir à merrrrrrda!»

Resto de bom dia chuvoso.
 
publicado por tresgues às 12:39
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Quinta-feira, 31 de Janeiro de 2013

Os donos de casa

Diz que, aqueles homens que são mais donos de casa são, assim, mais parecidos com aquelas mulheres que são mais donas de casa.

Confusão?

Segue-se esclarecimento.

Segundo um estudo baseado num questionário feito a 7002 pessoas, cozinhar reduz apetite sexual nos homens - Expresso.

Percebido?

Mas, as conclusões, o que indicam? Indicam que o homem não deve, por isso, ser incitado a deixar o aspirador.

Não senhor. Em caso algum. Digo eu.

Quem efectuou o estudo, foram homens ou mulheres? Duas mulheres. Conduzidas por um homem.

De qualquer modo, eu até sugeria que se invertessem os papéis que foram incutidos durante anos. Ou seja, eles na cozinha, no aspirador, na vassoura, etc., e elas no sofá, na TV, na saída com amigas, na jardinagem... Até dava gosto ser uma boa "dona de casa". Mas não gostava que eles só fossem o outro dono de casa. Sem aspas. Também gostava de os ver a labutar fora da casa. Tudo no seu meio termo, é que é bom. E bonito. Porque há homens demasiado donos de casa para o meu gosto. Portanto, cá p'ra mim é assim, e fora de bricadeiras: os dois na cozinha, os dois a trabalhar fora para contribuírem ambos para o sustento (insustentável) da casa, os dois a ver a bola, os dois a sair com os respectivos amigos - umas vezes juntos, outras em separado, como aprouver. Ele pode passar a ferro enquanto ela jardina, ele pode bicicletar enquanto ela está ali sentada a ler as notícias no café. Ou vice-versa. Resumindo, na minha consideração, vida a dois é tudo a dois, sim, mas com conta peso e medida - e, por isso, às vezes separados -respeitando os gostos, os amigos e o trabalho (sustentável) de cada um. Sempre que possível. 

É possível?

É.

PS1: Cá para mim, o dono de casa, mesmo trabalhando fora, ainda tinha de ser assim. No masculino. Isso é qu'era! Vá, assim, podia até viver só do rendimento de inserção (insustentável). Até que este lhe fosse pago. Vá.;(

PS2: Alguém me pediu a opinião? Não. É gratuita.

publicado por tresgues às 11:43
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013

Eles e elas

Todos diferentes, todos iguais. Quase iguais.

Homens e mulheres. Rapazes e raparigas. Meninos e meninas.

Mas o que se passa é o seguinte e tão simples como isto:

♦Se elas falam da vida alheia - que não é exclusivo feminino -  é «coscuvilhice»;

♦Se eles falam da vida alheia - idem, idem, aspas, aspas -  é «curiosidade saudável».

Isto é, eles e elas não são assim tão diferentes como por aí se faz crer. O comportamento só é avaliado de forma diferente - segundo o estudo de uma portuguesa, professora da universidade de Leeds, no Reino Unido. «Tudo isto fruto das normas e regras incutidas pela sociedade, que determinam, por exemplo, que um homem não pode chorar ou que uma rapariga tem que ser magra.» - in Destak. (Acho que estas duas normas começam aos poucos, e muito, muito, devagar a normalizar. Pelo menos são faladas qb.)

O que ainda me faz alguma espécie é que ande por aí muito boa gente a defender o contrário. Gente que, mesmo que diga que concorda com esta evidência, os seus actos não têm correspondência com as suas falas. Ainda ontem ouvi o seguinte, num miradouro de Lisboa: "Olha, para isto. Elas são iguais a eles. Bebem e fumam tanto como eles."

Ou seja, não é o problema do fumar faz mal à saúde, ou o do beber demais pode ser prejudicial à mesma saúde. Não. Até porque nem vi ninguém a beber demais. (Lá mais para a noite até já poderia dizer o contrário, mas ainda era bem de dia.:) O problema é: "Olha-me para isto. Elas são iguais a eles!"

Segundo a investigadora este processo pode parecer «banal», mas tem «efeitos nocivos». Concordo plenamente.

E o livro «Fazendo Género no Recreio: a Negociação do Género e Sexualidade entre Jovens na Escola» poderá ser de grande ajuda, pois «quando as pessoas têm consciência críticas das coisas estas podem mudar». No entanto, quer parecer-me que ainda vai demorar uns "tempos dos grandes" a pôr as coisas no seu devido lugar. Perguntem-me lá porquê, se não souberem a razão (♦).

 

Muito boa semana.

Para eles e, evidentemente, para elas.

 

(♦) Os homens fazem a sua própria história, mas não o fazem como querem... a tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos. Karl Marx.       

publicado por tresgues às 11:26
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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2012

Há sempre alguém que nos diz

Lembram-se do que escrevi na aliena 7) das últimas escolhas de tresgues? "Descoberto o gene da felicidade. Nas mulheres, claro. Aos homens (a alguns) falta-lhes sempre qualquer coisa - Visão."

 

Pois tenho a resposta para a tal dúvida da "visão" masculina.

 

Um estudo diz que homens e mulheres enxergam de maneira diferente.

Se você chega em casa recém-saída do cabeleireiro, com um tom de tintura vermelha que nunca antes havia se atrevido a usar, e seu marido a recebe com um "que lindos esses seus novos brincos", em referência a um presente de uma prima que você quase deixou de lado, pense duas vezes antes de se irritar e gritar com ele. Não se trata – neste caso ao menos - de falta de interesse, atenção e muito menos de carinho.

De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores dos Estados Unidos, os olhos dos homens são mais sensíveis aos pequenos detalhes e aos objectos que se movem em grande velocidade, enquanto as mulheres distinguem cores com mais facilidade.

E pode continuar a ler na BBC - Brasil.

 

E para além disso há a memória, a educação e os interesses a influenciarem toda uma visão que não os deixa ver se os cabelos foram ou não naquele dia ao cabeleireiro. E etc..

 

Então, agora que já sabemos, acham que vale a pena algum sacrifício? 

Quer dizer, vamos ao cabeleireiro e para que eles reparem no cabelo e em nós:

1º - Passamos-lhes à frente, sempre a grande velocidade. Para a frente e para trás. Para trás e para a frente,

2º - Abanamo-nos todas, inclusive a cabeça e o cabelo, para a esquerda e para a direita, para a direita e para a esquerda;

3º - Repetimos tudo diariamente para lhes activarmos a memória;

4º - Dizemos-lhes que os seus cabelos estão um espectáculo, mesmo que estejam horrorosos só para os educarmos pelo exemplo

(isto agora podia ter corrido melhor, porque não concordo, não acho muito católico, mas vá, é por uma boa causa: a boa educação deles);

5º -  Só falta activar-lhes o interesse pelos cabelos. Como? Não sei. Já me lembrei de, frente à televisão, num jogo televisivo falar constantemente dos cabelos dos seus jogadores preferidos. Mas não acho boa ideia. Não sei porquê, Alguém tem alguma opinião acerca da questão?

 

E acham de bom tom tudo isto? 

E acham que vai valer a pena pavonearmo-nos tanto? Mesmo que a alma não seja pequena?

Por mim, que prefiro um cabelo despenteado, ao natural, está resolvida a questão.

A questão da tal falta dos homens deixou de ser uma questão.

Se não vê? É porque não mexe?

Não mexe, não repara. Não vê. Sem problemas. Não falo mais nisso. Ponto final.

Há-de haver alguém mais educado, com melhor memória e mais interessado.

Há sempre alguém que nos diz.  

(E a pessoa ou tem cuidado ou não.)

 

publicado por tresgues às 10:12
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2012

"Poli" qualquer coisa

Poliafectividade ou poliamorismo.

"Poli" já dava, já era, mas não era noticiado. Agora foi, só porque foi oficializado no Brasil.

E para melhor esclarecimento das possíveis dúvidas, o juiz fala-vos sobre o assunto neste vídeo.

 

Ora bem, tive conhecimento de um caso semelhante, era ainda uma adolescente inconsciente.

E considerava o assunto muito pouco consciente. Lá está, falta de hábito - pensarão e dir-me-ão.

Pois. O Sr. do talho onde a minha mãe fazia compras tinha duas senhoras e, suponho, tinha filhos de ambas (duas). Já não me recordo bem. Uma era cabeleireira e arranjava o cabelo à outra. A outra não sei o que fazia àquela, porque nunca ninguém mo disse. O Sr. do talho, de seu nome Raul, a quem eu chamava Luar (ler com as letras ao contrário), dormia na casa de uma até quinta-feira e na casa da outra até domingo (talvez o fim-de-semana, nestas coisas, valha um pouco mais) e ambas (duas) eram presenteadas com a carne do Sr. Luar que, segundo a minha mãe (e o meu pai... e eu, vá), era fresca e de muito boa qualidade.

Toda a gente - incluindo os três "poli" - sabia do caso "poli" lá naquela cidade do interior, pelos visto, já pouco ostracizada. Só que não foi noticiada.

O Sr. do talho, o Sr. Luar portanto, era um homem perfeito, tipo AVC (Alto, Vistoso e Cuidado com a alimentação - pelos vistos já enjoado de tanta carne se calhar virara vegetariano, quem sabe...) educado, bom rapaz, um pouco tímido até (e, pelos vistos, vivia no sonho de encontrar um amor, mas seu coração pedia, mais, mais calor) bom gosto no trajar, ou seja, nada tipo HTML (Homem Todo Macho Latino).

 

Ora pois, tendo em conta que a poligamia (eu sei que não é o termo da actual situação, mas agora isso não interessa nada) foi amplamente usada, tendo como principal causa a grande diferença numérica entre homens e mulheres e se tem geralmente causas económicas, como diz aqui na Wiki, eu considero viável, neste contexto e na situação actual, que a pessoa, nomeadamente a minha, possa ser "poli" (sem que isso seja afectivamente ou efectivamente denominado poliandria) pela simples razão de que existe, hoje em dia, uma certa deficiência, tanto em número como em qualidade, de Srs. (do talho e não só... isto agora não me correu bem) polivalentes. Ou seja, passo a explicar. Um deles seria tipo AVC, por exemplo, porque, como dizia a minha avó, quando um feio se zanga fica ainda mais feio, ou seja, horrível, já o jeitoso... continua menos jeitoso mas, ainda ssim, nada que se compare; um com artes para o bricolage e com vontade de se mexer do sofá - pois que faz sempre falta numa casa que se preze; outro, pois que, com jeito incrível e gosto por culinária; E...

Fico-me por aqui porque me dou conta que três já lá vão e já ia para o quarto. 

Pois, talvez que seja demasiada confusão - pensais e dir-me-eis. Mas considero que só no caso de um ser do Benfica (muito bom), o outro do Porto (horrível), outro do Sporting (c'horror), e...

 

 

E agora que pensais e perguntais: e se um parceiro, companheiro, marido ou afim, nomeadamente o teu, virar "poli", também achas bem? NãO!!!

Porquê?

Ora, porquê?! Porque a pessoa, nomeadamente a minha, tem muito jeito para tudo. Mesmo muito jeito. É que é mesmo muito jeitosa para tudo.

Se também sou AVC?

Ora, se há coisa que eu não sou é, nomeadamente, vaidosa. Nem egocêntrica. Nem me compete a mim elogiar-me. Oh, valha-me Deus. Por quem sois?

Por mim, espero!

 

Resto de muito bom dia.

publicado por tresgues às 12:50
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Terça-feira, 24 de Julho de 2012

Cães amigos vs Homens amigos

Este blog não tá nem aí.

De férias? Que vergonha de blog!

E ainda vai estar.

Mas, entrementes, recebido por mail e alguém comentava que queria um amigo assim:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E comparando com o artigo - Para que é que ainda serve um homem ("Lembram-se quando eles nos carregavam os sacos e sabiam consertar a torneira que  pingava? Pois de repente, demo-nos conta de que isso são águas passadas.) - pergunto eu: E um amigo-homem assim?

Não precisa ser tão rápido que até cansa uma amiga-mulher como eu, assim, com tanta rapidez. Mais devagar e já tava/estava,estava bom p'ra mim.

Tava/estava,estava. Nem precisava de pôr o blog de férias.

Até ver.

 

PS: Repararam que a amiga-mulher do cão lhe dava sempre qualquer coisa em troca? Repararam? Pois. Nada é por acaso. Nestes casos será que já não há voluntariado de espécie alguma?

 

publicado por tresgues às 14:10
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Sábado, 26 de Fevereiro de 2011

Bom fim-de-semana. Ponto.

Ontem não houve escolhas.

Toda a semana houve Sol demais na rua.

Bom fim-de-semana a todos. 

 

PS1: Há homens bonitos demais na rua (para ser verdade). Mas não há muitas escolhas. É que, às vezes, eles até são elas - BBC. E apesar de não me sentir nada insultada, nem de pensar que seja um ato (acto) de misoginia desprezível - seja lá o que isso for, mas de certeza que não é - tenho pena.

PS2: Bom fim-de-semana a todas, também. Ou tanto faz. Uma pessoa sabe lá.

PS3: Bom fim-de-semana. Ponto.

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