Segunda-feira, 8 de Junho de 2015

Que melgas!

Pergunta do dia:

- Mas por que razão quando eu digo que "Anda uma melga lá em casa que não me deixa em paz!", toda a gente pergunta: "Quem é?"

 

Quem é? Quem?

Uma melga não é uma melga?

Que melgas! Tomara que não as houvesse.

 

PS1: Vale-me o creme da Aveeno, Skin Relief, mentotlo - passo a publicidade, sem ninguém me pagar nada pela mesma. Nem as melgas. Que deviam pagar-me com juros o custo do dito cujo que tão bem acalma os efeitos provocados por aqueles animais. Perceberam? ANIMAIS! Não são gente! 

PS2: E só agora dei conta que já há anos falo destes animais.

Acho que é protagonismo a mais. Se calhar é isso que eles querem. ANIMAIS!

Uma boa semana.

(Sem melgas.) 

publicado por tresgues às 13:48
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Quarta-feira, 19 de Agosto de 2009

Há certos dias vs Há certas noites

 

 ♦ Há certos dias de manhã, que uma pessoa quando é à tarde, não pode sair à noite.

 

 ♦ Há certas noites atabafadas e melguentas, que uma pessoa quando é de manhã, só posta à tarde, para ler à noite.

 

E só porque é o dia da fotografia. Mais nada. 

E não é pela foto.

 

É que, aqui... (também) há fantasma!

(prédio,heidelberg,alemanha)

publicado por tresgues às 13:48
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

Os animais são nossos amigos...

 

Mas mesmo muito.

Muito nossos amigos.

 

Há uns anos, tive uma osga a viver no chamado "quarto amarelo" do sótão. Chamava-se Marilu e esteve lá durante uns anitos. O tecto é alto e chegar lá... é problemático.

No quarto ao lado, no chamado "quarto azul", viveu a Lucrécia. Prima, ou cunhada, da primeira.

E já não falo das visitas que estas duas personagens tinham, dia sim, dia não - para não dizer todos os dias - nas restantes partes da casa.

 

Continuando...

 

Noutra ocasião, na mesma casa, entra-me pela cozinha dentro uma ratazana tão grande, que nem eu, nem o cão, nem o  gato - três criaturas sem medo de "quase nada" - conseguimos ficar indiferentes. Aliás, tanto eu como o gato que era preto, gordo e anafado, disputámos, ao mesmo tempo, o primeiro banco que nos apareceu à frente, até que alguém corresse com a "dita criatura" dali para fora.

O gato, por acaso, foi o último a sair do banco.

 

O ano passado, aqui, tive uns tais "emplastros" duns texugos, ou lá o que eram, que resolveram ir prevaricar, todas as noites, mesmo por cima do meu quarto.

Berravam como "gente grande" quando se avistavam. Corriam que nem uns desalmados ao encontro uns dos outros. Pulavam e guinchavam, simultaneamente, de tanto contentamento!

E eu, de início, com cara de "gente pequena", sem perceber nada do que se estava a passar, de olhos arregalados e quase sem respirar, em vez de dormir o tal sono dos justos.

 

O mês passado, em Lisboa, uma gata resolveu ir ter os filhotes dentro de um pote antigo que tenho deitado no chão do quintal.

Já tinha regado o quintal todo, quando me apercebo que, afinal, o pote não mexia, nem rebolava sozinho, por causa do bater da mangueira...

Não. Não era carnaval. Nem a "Mangueira" ali desfilava.

 

Nessa mesma altura e no mesmo sítio, uma outra "senhora" gata resolveu levar os filhinhos já maiorezinhos para um local de gente boa... de gente de bem.

Para uma melhor educação.

Assim sendo, vai daí, entra pela fresta da janela, vai ao meu quarto - mas não a seduz, talvez porque demasiadas almofadas sejam contraproducentes a um levantar cedo;

Segue para o quarto da filha - não fica, talvez porque a luz do "pseudo-vitral"  não seja aconselhada ao bom descanso;

Sobe as escadas, entra no "quarto amarelo", dá um pássaro (vi as penas) a comer aos filhos, mas como estes deixam a colcha suja... é melhor não;

Finalmente, entra no "quarto azul" e que maravilha!

Nada mais profícuo a uma esmerada e completa educação, que deixar as criancinhas crescerem sabendo que  "O 25 de Abril aconteceu" e, assim sendo, nada melhor que deixá-los dentro de umas cartolinas enroladas, com um grande trabalho sobre a revolução dos cravos e, aprenderem logo ali, que "a Paz, o Pão, a Habitação" é de todos os que a conquistaram!!!

 

Anteontem, visitaram-me durante toda a noite, aquilo que penso ser umas melgas alemãs. Espertas, escondiam-se debaixo da minha cama quando eu acendia a luz. Demorei a noite toda a dar com tamanhas miniaturas de Deus. Sim, que aquilo não eram criaturas. Eram miniaturas de criaturas.

 

Ontem, depois daquela noite deveras empolgante, já de manhã, ao sairmos com o carro, só conseguíamos meter a primeira mudança. As outras arranhavam e não entravam de maneira nenhuma.

Resultado?

Andar de carro a "vinte e trinta, sempre na esgalha", com um cortejo deveras considerável atrás de nós, numa de apreciar a paisagem que se estende, logo de manhã, à beira-rio em direcção à Wolksvagem, é de recomendar a qualquer um.

Depois de minuciosa inspecção, a setença: "Ratazanas das grandes, está a ver?"  

Fizeram o ninho no motor e deixaram lá, prontinho a servir, o "piqueno almoço" para a respectiva prole, ou seja, um papo-seco!

Coisa pouca. A sorte é que saímos cedo e não lhes demos tempo de irem comprar o conduto.

 

Os animais são nossos amigos. São.

Mas cada um na sua casinha é que é bonito.

E a propósito! Lembrei-me agora.

Onde é casa das melgas?!

Onde é que elas a fizeram... ou compraram... ou pagam renda?

 

É que, afinal  de contas, "Só há liberdade a sério (...) quando pertencer ao povo o que o povo produzir."

 

E muito bem! Muito bem!

 

PS: Este "Muito bem!" "Muito bem!" ,agora, fez-me lembrar qualquer coisa conhecido!

 

 

 

publicado por tresgues às 16:56
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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

Faça a sesta! Mude a sua vida.

 

 

Melgas? Já temos, obrigada!

Também cá há melgas e, por isso, esta noite não dormi. Nada. Zero.

Já não estava habituada.

 

Como cheguei agora a casa  e espero que elas tenham ido dar uma volta "ao bilhar grande", vou já "mudar a minha vida" e cumprir a ordem que vem na capa do livro - que, por sinal, nunca mais acabo de ler. 

Não sei porquê. 

 

"Faça a sesta! Mude a sua vida." - de Sara C. Mednick, formada por Harvard, com Mark Ehrman, ambos investigadores, adeptos e praticantes incondicionais da sesta (com um sofá no laboratório), que nos propõem "um plano científico para nos tornarmos mais inteligentes, saudáveis e produtivos", após vários anos de estudo sobre esta tão agradável tarefa.

 

Agora já sei porque sempre gostei de dormir a sesta!

Porque queria, inconscientemente, ser inteligente, saudável e produtiva!!!

Ainda não atingi a perfeição porque nem sempre fiz a sesta, mas...

Já venho.

Só um bocadinho...

 

mude a sua vida

   (Foto retirada da net - OPENFHOTO.NET)

publicado por tresgues às 15:52
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